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Seis exposições estão em cartaz na Estação Cabo Branco em João Pessoa

Seis exposições estão em cartaz no primeiro pavimento da Torre Mirante da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano. A entrada é aberta ao público de todas idades. O horário de visitação é de terça a sexta-feira das 9h às 18h, e sábado, domingo e feriado das 10h às 19h.

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No primeiro pavimento da Torre Mirante se encontra em cartaz a exposição “Entre Páginas”, fruto da Semana Nacional de Quadrinhos que aconteceu na casa no final do mês de janeiro. Na exposição, o visitante vai encontrar desenhos, quadrinhos, HQ´s de cartunistas, ilustradores, chargistas e desenhistas com as mais variadas tendências e traços.

Estão expondo no local nomes como: Mike Deodato, Thais Gualberto, Henrique Magalhães, João Vidal, Gabriel Jardim, Emir Ribeiro, Ricardo Jaime, Jack Herbert e outros nomes dos quadrinhos nacionais que estão despontando no mercado.

Outro trabalho em cartaz é “Natureza que Habito”. Na exposição coletiva estão expondo seus trabalhos os artistas plásticos: Ana Lúcia Pinto, Ana Viana, Célia Gondim, Célia Romeiro, Evanice Santos, Fátima Queiroga, Marletti Assis e Zélia Pessoa. A curadoria é de Ilson Moraes em conjunto com a curadoria da Estação Cabo Branco.

No local, o público vai encontrar oito instalações com temáticas ligadas a natureza com técnicas diferentes. Ilson Moraes explicou que assim como a natureza tem a capacidade de transformação e renovação, o mesmo ocorre com esta exposição que traduz a coragem dos artistas que ousaram experimentar outros suportes e outras possibilidades de trabalho.

“Mesmo que o título trate de um tema global, as obras destas artistas trazem a natureza de cada uma em um universo próprio e rico, que não se resume a uma só linguagem, mas se expande estabelecendo o diálogo entre o artista, a obra e expectador, chamando nossa atenção para cuidarmos do planeta e refletirmos sobre nossas ações”, comentou Moraes.

Nós – Outra exposição que se encontra também na Torre Mirante é “Nós” do artista plástico Márcio Rodrigues. A exposição ficará em cartaz até o dia 12 de dezembro. No local o visitante vai encontrar oito objetos de artísticos em vários formatos (painéis, totens e potes), produzidos em terracota (paper clay), com imagens em alto e baixo relevo, com engobes coloridos, queimados a 980 graus decorados com grafismo indígenas e iconografias da natureza local, coloridos com a própria terra que lhes deu forma.


“Todos diferentes. Todos iguais”
– É uma exposição fotográfica de autoria do fotografo italiano Alberto Banal fruto dos projetos ‘Fotógrafos de Rua’ e ‘Viva a diferença na igualdade’, conduzidos pelo fotógrafo italiano Alberto Banal, radicado no Brasil há mais de quatro anos. No local, o público vai poder conferir mais de 30 fotografias tiradas pelos alunos, que aprenderam, no mesmo momento, a arte de fotografar suas identidades e a ter estima por sua raça e cultura.

“O projeto Fotógrafos de Rua surgiu na Casa dos Sonhos com o intuito de proporciona aulas de fotografia a jovens e adolescentes do bairro Santo Amaro, no município de Santa Rita, e em várias comunidades quilombolas”, explicou Alberto Banal.

O projeto tem por objetivo ajudar adolescentes, jovens e mães a desenvolverem um olhar mais crítico de sua realidade. Especificamente, pretende contribuir para a formação de uma nova consciência de si mesmo através da análise e reflexão sobre as imagens tiradas na comunidade onde moram, pretendendo, ainda, incentivar o protagonismo social e uma maior visibilidade dos jovens no cenário da sua comunidade.

Epifania – Exposição coletiva dos artistas plásticos Guilherme Semmedo, Jandy Rocha e William Macedo. São obras de diferentes formatos, como desenhos, pinturas, esculturas em papietagem e instrumentos artesanais, que compõem um mosaico rico e variado da arte que é produzida em João Pessoa. A curadora da exposição, Lúcia França, disse que Guilherme, Jandy e William são verdadeiros guardiões do futuro, representantes de suas conquistas artísticas de grande talento.

O nome da exposição “Epifania” significa “uma súbita sensação de entendimento ou compreensão da essência de algo”. Também pode ser um termo usado para a realização de um sonho com difícil realização. O termo é usado nos sentidos filosófico e literal para indicar que alguém “encontrou finalmente a última peça do quebra-cabeças e agora consegue ver a imagem completa”.

JPA – No primeiro pavimento da Torre Mirante, o público vai encontrar a exposição de artesanato João Pessoa Artesã com vários tipos de artesanato em couro, madeiras, plástico e outros que se transformam em materiais que serão mais tarde comercializados.

Participam do projeto na Estação Cabo Branco 21 grupos com 40 a 25 pessoas com habilidades manuais para o artesanato e artes em geral. A artesã, Meriland Filgueira de Araújo, há mais de 20 anos trabalha com artesanato, desde que se aposentou com professora de francês na Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

“Depois me cadastrei no programa de artesanato da Secretaria de Desenvolvimento Social da prefeitura e venho expondo meus trabalhos nos salões e nos programas da secretaria”, contou Meriland, que herdou da família a tradição pela arte de fazer fuxico, uma técnica artesanal que remonta há pelo menos 150 anos, que aproveita restos de tecido. O nome fuxico surgiu por causa das mulheres do interior do Nordeste do Brasil, que se reuniam para costurar e aproveitavam para fazer intrigas e mexericos.

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