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domingo, 16 dezembro 2018
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Trauma

Após receber alta, homem desmaia e morre em casa

Um homem morreu na manhã dessa quarta-feira (12), após sofrer um acidente de moto, na noite de terça-feira (11), em João Pessoa. Adeildo dos Santos Costa, de 43 anos, chegou a ser levado para o Hospital de Emergência e Trauma, mas, foi liberado após menos de 30 minutos de atendimento. De acordo com a esposa da vítima, ao chegar em casa, ele passou mal várias vezes. E, em uma das idas ao banheiro, ele desmaiou. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi até o local, mas já encontrou o homem morto. Após a família denunciar uma suposta negligência médica, o Hospital de Emergência e Trauma emitiu uma nota, dizendo que todos os exames foram feitos, mas se dispôs a prestar esclarecimentos para a família sobre o atendimento.

Caso será analisado

Na tarde desta quinta-feira (13), o Hospital de Trauma informou que aconteceu uma reunião para tratar sobre o caso. A assessoria de comunicação do hospital emitiu outra nota, atualizando a situação do caso. “A direção do Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, esclarece que o caso do paciente Adeildo dos Santos Costa, 43 anos, vítima de acidente de moto, vai ser encaminhado para comissão interna de Ética Médica para ser analisado. Contudo, ressalta que as portas da instituição estão abertas para receber a família para mais esclarecimentos a respeito da conduta da instituição”, diz a nota.
João Pessoavideo

Jovem morto por policial em pizzaria é sepultado

Familiares e amigos participaram, na tarde desta quinta-feira (13), do velório de Fausto Targino de Moura Júnior, de 25 anos, assassinado pelo policial militar soldado Vieira, na noite dessa quarta-feira (12), em frente a uma pizzaria no bairro Jardim Oceania, Zona Leste de João Pessoa. O sepultamento de Fausto ocorreu às 16h desta quinta, no cemitério do Cristo. Leia também: Pai do jovem assassinado por policial militar pede por justiça Em entrevista à TV Correio, um primo de Fausto afirmou que o caso foi uma crueldade e que a mãe da vítima precisou ser levada para casa, pois não estava suportando ver o filho dentro do caixão. Já uma tia da vítima, afirmou que o sobrinho terminou morrendo com um tiro nas costas, como um bandido e sem chance de defesa.

Entenda o caso

Fausto Targino de Moura Júnior chegou à pizzaria em uma motocicleta, acompanhado por um colega, ao mesmo tempo em que outros conhecidos chegavam em um carro conduzido por motorista de aplicativo. Após estacionar a moto, Fausto e o colega caminharam em direção ao grupo que estava no automóvel. Neste momento, um suposto vigilante da pizzaria – que depois revelou-se ser o PM investigado – abriu fogo. Os tiros atingiram Fausto e o motorista de aplicativo. Os dois foram socorridos para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena. Fausto Targino de Moura Júnior morreu horas depois. Já o outro baleado, um jovem de 22 anos, seguia internado até a manhã desta quinta-feira (13). Conforme boletim médico, o estado dele é grave.

PM alega legítima defesa

A defesa do soldado Vieira negou que o policial estivesse prestando serviço de segurança na pizzaria no momento do crime. O policial já se apresentou à Polícia Civil para prestar esclarecimentos e foi liberado. O advogado alegou que antes de atirar nas vítimas, o soldado teria dado voz de prisão às pessoas a quem considerou suspeitas. A defesa lamentou a perda de uma vida inocente e classificou a atitude do policial como “legítima defesa imaginária”. “O policial estava em estacionamento próximo à pizzaria quando viu dois homens chegar em atitude suspeita e ficou de olho nessas duas pessoas. Instantes depois, chegou um carro e essas duas pessoas foram até o veículo, cada uma por um lado. O policial chegou a ver uma das pessoas do carro entregando um material às que estavam de fora e aí ele resolve agir por impulso. Dá voz de prisão e manda parar, mas as pessoas que estavam ali sem cometer nenhum tipo de crime continuaram agindo porque não entendiam sequer que aquela voz era uma voz de parada para eles. Aí o policial resolve disparar um tiro de comprometimento, que não é tiro pra matar, mas para impedir uma situação suspeita. Ele agiu naquilo que a gente chama de legítima defesa putativa, uma legítima defesa imaginária”, acrescentou Luiz Pereira.

PM apura ação do policial

O comandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, capitão Guilherme Herculano, afirmou que ainda não é possível afirmar se o procedimento realizado pelo soldado Vieira, foi precipitado. Segundo o comandante, o caso deverá ser apurado e investigado pela Polícia Civil. O comandante ainda informou que o soldado está afastado das atividades e deve passar por tratamento psicológico. O delegado responsável pelo caso, Paulo Josafá, confirmou que o suspeito deve responder por homicídio qualificado.

Gerente pode ter tentado esconder imagens

A Polícia Civil investiga se câmeras de segurança gravaram o momento em que o soldado Vieira atirou contra Fausto e o motorista do alternativo. Conforme o advogado Paulo Josafá, existe a suspeita de que o gerente do estabelecimento tenha mentido sobre a inexistência do material. “O gerente da pizzaria disse que não tinha, mas ontem [quarta-feira] foi relatado por funcionários que as câmeras estavam gravando sim, que as imagens estavam boas. Então, se o gerente escondeu essas informações, ele irá responder judicialmente por tentativa de obstrução ao esclarecimento do crime”, informou Paulo Josafá. Ao Portal Correio, o advogado da pizzaria, Thiago Melo, disse que houve um desencontro na comunicação e assegurou que não existe tentativa de obstrução de informação. “O que acontece é que o HD onde são armazenadas as imagens não estava conectado ao monitor e, por isso, elas não podiam ser exibidas naquele momento. Mas todo material já foi entregue à polícia e estamos disponíveis para colaborar com as investigações”, garantiu Thiago. https://www.youtube.com/watch?v=qzigp7bom5o
sprites

Fenômeno raro é visto acima de nuvens de tempestade; vídeo

Um par de sprites, classe especial de fenômeno luminoso transiente (TLE, na sigla em inglês) pôde ser visto no céu de João Pessoa no último sábado (8). TLEs são descargas elétricas ocorridas em alta atmosfera, sobre nuvens de tempestades. Veja o vídeo abaixo. Câmeras da Rede Brasileira de Observação de Meteoros (Bramon - em inglês), rede colaborativa de astrônomos profissionais e amadores, registraram os efeitos do fenômeno. De acordo com Marcelo Zurita, responsável pela gravação das imagens, os sprites aconteceram no Sertão do estado - um em Serra Grande e outro em Cajazeiras, ambos a 60 km de altitude. "O que torna o registro especial é que, além de sprites serem fenômenos raros, principalmente no Nordeste, esses foram registrados em uma câmera colorida de alta definição. Algo inédito nessa parte do país", avalia Marcelo Zurita.

Assista ao vídeo:

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Bayeux

Vereadora denuncia tentativa de ‘golpe’ na prefeitura de Bayeux

A vereadora França, de Bayeux, publicou em redes sociais um vídeo acusando o presidente da Câmara Municipal e atual prefeito em exercício, Mauri Batista da Silva (Noquinha - PSL), de tentar coagir parlamentares a renunciar ao voto da última votação da Mesa Diretora, que definiu Jefferson Kita (PSB) como presidente do biênio 2019-2020. Kita assumirá a prefeitura a partir de 1º de janeiro, caso a suposta manobra denunciada por França não aconteça. No vídeo, França conta que foi chamada para uma reunião no gabinete de Noquinha nessa segunda-feira (10) e lá foi apresentado o documento que "derrubaria a Mesa do vereador Kita". França relatou que estavam presentes também o vereador Zé Baixinho (PMN) e o assessor do vereador Betinho (Podemos), a quem chamou apenas de Fernando. "Não compactuo com atos de covardia. Sou a favor de eleições diretas para que o povo de Bayeux tenha dignidade. Por esse motivo, estou muito triste em ver o quanto tem pessoas que querem o mal da minha cidade. Não irei deixar isto em branco, pois fui coagida. Vou procurar meus direitos, o Ministério Público, para que este golpe não se concretize", diz a vereadora. [video width="848" height="480" mp4="https://portalcorreio.com.br/wp-content/uploads/2018/12/WhatsApp-Video-2018-12-11-at-11.10.39.mp4"][/video]

Outro lado

Em entrevista à Rádio Correio, o vereador Zé Baixinho negou estar presente na reunião citada por França e afirmou desconhecer qualquer plano para suspender a eleição do próximo biênio. Zé Baixinho não soube explicar quais motivos a vereadora teria para fazer essa acusação e disse que ela terá que provar seu envolvimento no caso. As redações do Portal Correio e da Rádio Correio não conseguiram contato com Noquinha e Betinho até o fechamento desta matéria.

Entenda o caso

Noquinha assumiu a Prefeitura de Bayeux após o vice-prefeito eleito, Luiz Antônio, ser afastado do cargo pela Justiça e, posteriormente, ter seu mandato cassado. Luiz Antônio tinha assumido a gestão de Bayeux em julho do ano passado, quando o prefeito Berg Lima foi preso em flagrante, por cobrança de propina a um empresário, conforme investigações. A suposta negociação ilícita foi gravada em vídeo. Apurações seguintes apontaram que o registro da conversa entre Berg e o empresário teria sido articulada pelo próprio Luiz Antônio. *Com colaboração de Felipe Dantas, da Rádio Correio.
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