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Novas tecnologias trazem casas inteligentes e moradias mais conectadas

Conteúdo patrocinado. O futuro é agora: casas com TVs, relógios, eletrodomésticos, luzes e até aparelhos de ar-condicionado se conectam à internet. Está cada vez mais natural a relação humana com dispositivos inteligentes (smart), capazes de enviar e receber informações pela rede. Em casa, a conexão entre eles entrega mais conforto e serviços personalizados aos usuários, e o controle pode ser feito pelo celular ou relógio.

Nesse sentido, as assistentes de voz são exemplos de novas formas de interação e comunicação nas moradias. Com reconhecimento de voz, o Google Home Hub recebe comandos para tocar música e vídeos, ligar lâmpadas ou até apresentar informações como contas a pagar, trânsito e clima. Para o Prof. Dr. Felipe Soares, coordenador dos cursos de TI do Unipê, esses ambientes conectados mostram como será a vida futura na chamada Sociedade 5.0.

“Em um cenário prático, uma big data será construída por meio de informações capturadas das pessoas a partir de sensores de Internet das Coisas. Esses dados serão convertidos em novas percepções e aplicações com o processamento da inteligência artificial, impactando as pessoas em seus vários ambientes de convívio, como casas, carros, cidades, hospitais e empresas”, cita.

Segundo o Prof. Dr. Antônio Júnior, coordenador de Engenharia Civil do Unipê, os benefícios da automação residencial com sistemas projetados conforme a necessidade dos usuários vão além do conforto e interatividade: embora os custos desse tipo de construção sejam altos, gastos como energia elétrica e água são reduzidos ao longo do tempo

““Os principais setores são a segurança, que abrange alarmes, monitoramento por controle a distância, circuitos fechados de TV e controles de acesso; iluminação e climatização; controle de temperatura da habitação; sistemas inteligentes de irrigação; automação de eletrodomésticos; portas e cortinas automáticas; bombas e limpeza de piscinas; controle de temperatura de saunas; aquecimento solar, dentre outros”, elenca Júnior.

Para Felipe, as tecnologias serão inerentes aos projetos residenciais: os usuários serão mais exigentes quanto ao seu uso e observarão a sustentabilidade e a eficiência energética. Em um prisma favorável, a automação pode melhorar a acessibilidade para idosos e pessoas com deficiência, dando mais privacidade, independência e, consequentemente, qualidade de vida. “Através dos comandos de voz, podem acionar e desligar eletrodomésticos, acionar elevadores, reconhecer um desnível de piso, rampas ou escadas”, conclui Júnior.

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