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Tentativa de homic?dio contra bacharel em direito pode ter reconstitui??o, afirma pol?cia

A chefe da Delegacia de Crimes Contra a Pessoa (Homicídios) de João Pessoa, a delegada Roberta Neiva, admitiu, nesta sexta-feira (2), a possibilidade de fazer uma reprodução simulada do crime, que deixou gravemente ferida a bacharel em direito Érica Vanessa Lira, de 31 anos, em abril deste ano, no bairro do Bessa, na Capital. Neiva, que está conduzindo as investigações, disse que vai esperar o resultado da perícia para decidir sobre a reconstituição do caso. José Itamar Montenegro, 35 anos, namorado da vítima e suspeito do crime, está preso.

“O perito Hebert Golzon está fazendo um trabalhando brilhante no caso. O apartamento ainda está sendo periciado e até este sábado (3), os exames devem ser concluídos no imóvel. Depois disso, ele tem dez dias para apresentar os resultados, podendo ser prorrogado o prazo. Após o resultado dos laudos, vou decidir sobre a reprodução simulada”, informou a delegada, acrescentando que José Itamar não é obrigado a participar da simulação.

Neiva revelou que peritos do Instituto de Polícia Cientifica (IPC) de João Pessoa estão usando recursos físico-químicos para dar um resultado preciso e mapear o que ocorreu no dia da tentativa de homicídio.

“O pessoal do IPC estão usando equipamentos e produtos de primeiro mundo. O material é sofisticado e, sem dúvida, vamos ter um resultado preciso para incorporar ao inquérito”, adiantou Roberta Neiva.

Érica Vanessa sofreu um tiro na boca, no apartamento onde ela morava com Itamar, no bairro do Bessa, na Capital. O namorado dela foi considerado o principal suspeito do crime e após outras investigações, a Polícia Civil constatou que ele também teria agredido outra mulher e responde a um processo por estupro contra a própria enteada.

A vítima continua internada no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. O estado de saúde dela é considerado gravíssimo, conforme o último boletim médico divulgado na tarde desta sexta-feira (2), pela casa da saúde. José Itamar foi preso dias depois por força de um mandado de prisão expedido pela Justiça paraibana. Ele está preso na sede do 5º Batalhão de Polícia Civil da Capital.

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