Desde que o UFC, maior evento de MMA do mundo, anunciou seu maior patrocínio e parceiro da história, com a Reebok, e mudou todo o sistema de exibição de patrocínios pessoais de seus lutadores, o tema vem rendendo muitos debates e críticas. O sistema que entra em vigor a partir do dia 1 de julho sofreu mais uma alteração.
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Antes o que definia a parcela de verba do patrocínio para os atletas era a posição em que cada um ocupava no ranking de sua categoria. Segundo o Sports Business Journal, dos Estados Unidos, agora o que vai definir o valor do patrocínio será o número de lutas de cada atleta. O esquema será dividido entre atletas que fizeram de 1 a 5 lutas, de 6 a 10, de 11 a 15, de 16 a 20 e por último, os que lutaram mais de 21 vezes.
O número de lutas também engloba os combates feitos no Strikeforce e no WEC, eventos antigos que foram comprados pelo UFC. A exceção à regra é apenas para lutas de título e disputas de cinturão, que independente de qual categoria o atleta se encaixar renderão pagamentos mais altos.
O esquema de patrocínio assinado com a Reebok anda gerando muita polêmica principalmente por não deixar mais que os lutadores exponham as marcas de seus patrocinadores pessoais no dia do evento. A única marca a ser divulgada nas lutas será a própria Reebok e outras patrocinadoras fiéis da organização.