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Veja a lista de investigados na Operação Livro Aberto, deflagrada nesta terça-feira (11), na Paraíba

Entre os alvos da operação, estão dois deputados estaduais e o atual secretário de Juventude, Esporte e Lazer, Lindolfo Pires
Operação Fake Money
(Foto: Imagem ilustrativa | Agência Brasil)

A Operação Livro Aberto, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (11), cumpriu 12 mandados de busca e apreensão para investigar crimes relacionados a contratos firmados pela Secretaria de Educação da Paraíba, em 2018.

De acordo com a PF, as irregularidades teriam causado um prejuízo superior a R$ 4 milhões aos cofres públicos.

Entre os alvos da operação, estão dois deputados estaduais e o atual secretário de Juventude, Esporte e Lazer.

Confira a lista dos investigados abaixo:

  • Artur Cunha Lima, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado
  • Lindolfo Pires, ex-deputado estadual e atual secretário da Sejel-PB
  • Branco Mendes (Republicanos), deputado estadual
  • Tião Gomes (PSB), deputado estadual
  • Artur Cunha Lima Filho (PL), ex-deputado estadual
  • Edmilson Soares, ex-deputado estadual
  • Genival Matias, ex-deputado estadual (morto em 2020)

O que dizem os envolvidos

Lindolfo Pires está cumprindo uma agenda da secretaria em Fortaleza: “Quando chegar em João Pessoa, irei saber qual é o fato determinado em relação a essa questão. Estou mais do que nunca tranquilo, de que nada foi cometido e tudo deverá ser esclarecido. Estamos prontos para termos a oportunidade de prestar qualquer esclarecimento”, afirmou o secretário ao Portal Correio.

Já o deputado Branco Mendes disse em nota enviada à imprensa que está disposto a cooperar com as investigações e que nega ter envolvimento com os fatos mencionados na investigação.

A viúva do ex-deputado Genival Matias afirmou que não está sabendo da operação, mas que confia na honestidade e no homem íntegro que ele demonstrou ser em vida.

Enquanto o deputado Tião Gomes afirmou à Rádio Correio 98 FM que foi surpreendido pela informação que estava envolvido na operação e que não teve acesso a informações do processo. “Tudo meu é aberto, livre e aberto. 42 anos de política que eu tenho e, graças a Deus, mantenho uma integridade, um respeito e um carinho dos paraibanos, porque não é à toa que já tenho nove mandatos”, disse Tião.

Até o início da tarde desta terça-feira (11), Aléssio Trindade (secretário de Educação à época) e o restante dos envolvidos citados na lista acima não haviam se manifestado.

*Matéria em atualização

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