
Daqui a um ano, mais de 150 milhões de brasileiros escolherão seis representantes: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República.
No entanto, 5.042.047 títulos foram cancelados em todo o país. Os cancelamentos atingem eleitores que não votaram, não justificaram a ausência nem regularizaram a situação por meio do pagamento de multa no prazo legal.
A Justiça Eleitoral orienta a se antecipar para a regularização. Em 2026, o período de fechamento de cadastro começará no dia 6 de maio.
Em anos eleitorais, nos 150 dias anteriores ao pleito, são suspensos os serviços como pedidos de emissão de primeiro título, alteração de dados cadastrais, transferências e regularizações até a conclusão dos trabalhos de apuração.
Por isso, para evitar filas, é melhor começar a regularizar a situação eleitoral.
O cancelamento do título ocorre quando o eleitor deixa de comparece a três eleições seguidas (cada turno conta como uma eleição), não justifica as ausências e não paga as respectivas multas.
Outros motivos podem causar cancelamento ou suspensão do título, como perda de direitos políticos, condenação criminal transitada em julgado (quando não há mais possibilidade de recurso), condenação por improbidade administrativa ou cumprimento do serviço militar obrigatório.
O 1º turno das eleições 2026 será no dia 4 de outubro, primeiro domingo do mês. Se necessário, o 2º turno será realizado no dia 25 de outubro nas cidades com mais de 200 mil eleitores.
As Eleições 2026 representam também a celebração de um marco histórico: os 30 anos da urna eletrônica.
O eleitorado fará seis escolhas nas urnas, nesta ordem: deputado federal, deputado estadual (ou distrital, no caso do DF), dois senadores, governador e presidente da República.
Os deputados são eleitos pelo sistema proporcional, enquanto os senadores, governadores e presidente são escolhidos em eleições majoritárias.
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