
Os ataques a bomba de Israel no Líbano fizeram o governo federal montar um plano para resgatar os brasileiros em território libanês, mas alguns deles decidiram deixar o local por conta própria para fugir do conflito enquanto a operação de repatriação não começa. Foi o caso da advogada Cláudia Chater, moradora de Brasília, que estava a passeio no Líbano quando os bombardeios tiveram início. Ao R7, ela disse que “a situação no Líbano está desesperadora e preocupante”.
Ela disse que ficaria no Líbano por 15 dias, mas antecipou a saída por medo da ação de Israel. Cláudia deixou o país nessa quarta-feira (2) ao conseguir um voo comercial para a Jordânia. O retorno da advogada ao Brasil deve ser nesta sexta-feira (4), também em um voo comercial.
“A gente viu fumaça da última bomba que foi jogada e que matou muita gente. No aeroporto, na hora do check-in, tava tumultuado, tinha muita gente, e a gente vê as pessoas tensas. A situação no Líbano está desesperadora e preocupante”, disse Cláudia.
São cerca de 20 mil pessoas com nacionalidade brasileira vivendo no Líbano, representando a maior comunidade do Brasil no Oriente Médio. A Força Aérea Brasileira vai coordenar a operação de repatriação montada pelo governo federal, usando um avião do modelo KC-30 para resgatar os brasileiros.