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Vigilância Sanitária incinera 350 quilos de peixe que eram transportados de forma irregular no Litoral Norte

Apreensão da carga aconteceu em trecho da BR-101 em Mamanguape, Litoral Norte do estado, pela PRF
Foto: Divulgação/Agevisa

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) determinou a inutilização e o descarte por incineração de aproximadamente 350 quilos de peixes in natura que estavam sendo transportados de forma irregular, sem o devido acondicionamento e em temperatura ambiente, no porta-malas de um veículo de passeio. A apreensão da carga aconteceu na madrugada da última segunda-feira (22), em trecho da BR-101 em Mamanguape, Litoral Norte do estado, pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), mas só foi divulgada na noite dessa terça (23).

Após a apreensão pela PRF, o produto foi levado à sede da Agevisa, no Centro de João Pessoa. Conforme o diretor da agência, Geraldo Moreira, a forma como os peixes estavam sendo transportados comprometia a qualidade do produto e, por consequência, a saúde das pessoas que por ventura viessem a consumi-los. Por isso, ele determinou a lavratura do Termo de Apreensão e Inutilização do produto em respeito à segurança sanitária dos consumidores. O documento foi lavrado pelos inspetores sanitários Fábio de Sousa Sobral e Anne Suylan Leal Tomaz, que confirmaram a irregularidade do transporte e o comprometimento da qualidade dos peixes. O processo foi realizado durante o dia desta terça-feira (23) e no final da tarde todo o produto já havia sido incinerado.

“Nossa missão, enquanto responsáveis pela promoção e proteção da saúde das pessoas, nos incumbe de trabalhar na prevenção dos riscos que possam envolver produtos e serviços postos à disposição dos consumidores, e para isso nós contamos, além da nossa estrutura reguladora, com a importante parceria de vários órgãos, dentre os quais a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que foi decisiva neste processo que resultou na apreensão e descarte de cerca de 350 quilos de peixes que, pela forma irregular e insalubre que estavam sendo acondicionados e transportados, poderiam causar sérios danos à saúde de quem os consumisse”, comentou Geraldo Moreira.

Foto: Divulgação/Agevisa

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