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Vitalzinho nega ter recebido propina da JBS para manter apoio ao PT em 2014

Em nota, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), o paraibano Vital do Rêgo Filho, se defendeu da denúncia apresentada pelo Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, que acusa o ex-senador da Paraíba de ser um dos beneficiários do esquema que pagou propina a senadores para garantir apoio do PMDB ao PT em 2014. Comente no fim da matéria.

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De acordo com a assessoria do ministro, Vital não recebeu nenhum recurso ilícito da JBS, ao contrário do que disse o dono da empresa, Joesley Batista. “Em 2014, quando disputou o governo da Paraíba, Vital do Rêgo Filho recebeu doações legais do Grupo JBS. Elas estão na prestação de contas já analisada e aprovada pela Justiça. O ministro Vital desconhece os fatos narrados pelo delator e está à disposição das autoridades para prestar mais esclarecimentos”, diz a nota enviada ao Portal Correio.

De acordo com a denúncia de Janot, em 2014 havia um risco de o PMDB não apoiar o PT para a reeleição de Dilma, o que fez o então ministro, Guido Mantega, acionar o empresário Joesley Batista para tentar comprar o apoio do PMDB por meio de pagamentos feitos a senadores do partido.

Ainda segundo a denúncia, esses pagamentos foram retirados da conta-corrente da propina para o PT, que seria oriunda de negócios conseguidos com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) por intervenção de Mantega.

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