Os pombos que ficam nas praças centrais de Campina Grande encantam, mas também são perigosos. As aves oferecem riscos de doenças graves e estão recebendo atenção reforçada do Centro de Zoonoses do Município, que está controlando a proliferação e a superpopulação dos pombos na cidade.
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A recomendação é que a população não alimente as aves, que, mesmo sendo símbolo da paz e objeto de carinho das pessoas, incomodam moradores e comerciantes nos prédios do Centro.
O Centro de Zoonoses monitora 16 áreas desde 2013. Os pombos ocupam edificações onde costumam fazer seus ninhos em telhados, forros, caixas de ar condicionado, torre da Igreja Matriz (Catedral), marquises e na Praça da Bandeira, no centro de Campina Grande. A população tem aumentado cada dia, tornando-se um problema de saúde pública, pois, podem causar várias doenças graves que podem levar à morte ou deixar sequelas.
As ações do Centro visam a prevenir a proliferação de doenças como criptococose, histoplasmose, salmonelose, ornitose, toxoplasmose, dermatites, alergias, psitacose e tuberculose avícola, realizando monitoramentos nas áreas da cidade e praticando procedimento como recolhimento de ovos e ninhos, dentro do que especificam todas as determinações da Declaração Universal dos Direitos dos Animais.
Desde que as ações foram adotadas pelo Centro de Zoonoses do município, apenas três casos de infecção foram registrados em Campina, um em 2013 e dois em 2014, sendo estes solucionados com a total cura dos indivíduos. Para tanto, o Centro de Zoonoses disponibiliza o telefone: 3310 7062 para que casos como estes sejam de conhecimento do órgão, para que este formate novas ações e intensifique as que já são praticadas.