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Vivianny Crisley (Foto: Reprodução)

Acusado de matar Vivianny Crisley é condenado a 26 anos de prisão

Outros dois réus do crime trocaram de advogados e só serão julgados em maio

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Foi condenado a 26 anos de prisão, a ser cumprida inicialmente em regime fechado, o réu Allex Aurélio Tomas dos Santos, por participação no assassinato, sequestro e ocultação de cadáver da vendedora Vivianny Crisley, de 29 anos, crime que aconteceu no dia 21 de outubro de 2016, depois que a vítima saiu de uma casa de shows, no bairro dos Bancários, na Zona Sul de João Pessoa. O julgamento do réu aconteceu entre a tarde e a noite desta quinta-feira (28), no Fórum Juiz João Navarro Filho, em Santa Rita, na Grande João Pessoa.

O julgamento começou por volta das 14h, mas outros dois réus, Jobson Barbosa da Silva Júnior e Fágner das Chagas Silva tiveram os julgamentos adiados, pois trocaram de advogados de defesa. O julgamento deles deve ocorrer em maio.

Durante o julgamento, Allex Aurélio confessou que matou Vivianny Crisley porque ela gritou pedindo para ir embora enquanto trafegava em um veículo junto com os acusados. A promotoria afirmou que os acusados mataram Vivianny por vontade de matar.

Entenda o caso

A jovem desapareceu no dia 21 de outubro, depois que saiu de uma casa de shows, no bairro dos Bancários, na Zona Sul de João Pessoa. No dia 11 de novembro, o estoquista Alex Aurélio Tomas dos Santos, 22, foi apresentado pela Delegacia de Crimes contra a Pessoa (Homicídios) da Capital.

Jobson Barbosa e Fagner das Chagas foram presos no dia 2 de novembro no ‘Morro do Acarí’, no Rio de Janeiro. O corpo da vítima foi encontrado no dia 7 de novembro, na divisa entre os municípios de Bayeux e Santa Rita.

Com informações de Jonas Batista e Jaimacy Andrade, da TV Correio.

COMENTÁRIOS

  1. Engrçado que saiu uma materia em outro portal de notícia dizendo que o Promotor do Tribunal do Júri da Comarca de Santa Rita era conhecido pelo de fato de com ele ninguém ser condenado. Aquele portal devia se retratar, pois o Promotor que ali está se trata de um homem de bem, inteligentíssimo e de conduta ilibada. Gente, o Promotor sempre fez sua parte, temos que lembrar que o Corpo de Jurados é que é soberano para condenar ou absolver. Neste caso, condenou. Parabéns ao Promotor que, brilhantemente, como sempre, cumpriu o seu papel.

  2. Num PAÍS de gente honrada esses criminosos fritariam numa cadeira elétrica, que eles merecem. Aqui em breve vão ser soltos pelos direitos dos manos.

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