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Argentina sai de campo após fiscais da Anvisa interromperem jogo

Autoridades brasileiras entraram no gramado e pediram a retirada dos quatro jogadores que descumpriram protocolo da Covid-19
Confronto válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo foi suspenso aos 4 minutos (Foto: Reprodução/Twitter)

Os jogadores da Argentina se retiraram de campo após um grupo de fiscais da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) interromper o jogo contra o Brasil minutos depois do apito inicial. As autoridades de saúde pedem a retirada dos quatro jogadores que descumpriram os protocolos sanitários contram a covid-19: Giovani Lo Celso, Emiliano Martínez, Cristian Romero e Emiliano Buendía.

O jogo foi interrompido logo aos quatro minutos de jogo, depois de paralisação por falta dentro de campo. Em primeiro momento, os agentes de saúde discutiram com o delegado da partida, mas na sequência entraram no gramado e tentaram retirar os atletas. Por conta do ocorrido, os jogadores argentinos se retiraram de campo e voltaram ao vestiário. Embaixadores da Argentina já chegaram ao estádio para tentar resolver a situação.

A CBF e a Conmebol chegaram a costurar um acordo com o governo brasileiro para liberar os atletas argentinos para o duelo contra o Brasil. No entanto, a decisão não passou pela Anvisa, que deciciu pela interrupção da partida para retirar o quarteto que descumpriu os protocolos contra a covid-19.

Nas redes sociais, o perfil oficial da seleção da Argentina afirmou que a partida contra o Brasil está suspensa. A Conmebol confirmou a informação.

Anteriormente, a Anvisa havia confirmado que os quatro jogadores não passaram pela quarentena obrigatória para viajantes que passam por Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia nos últimos 14 dias. Logo, os atletas não poderiam entrar em campo e a agência de saúde chegou a cogitar a deportação dos jogadores.

Segundo a Anvisa, os atletas argentinos descumpriram a portaria 655/2021, que, em seu artigo 8o, prega que “o descumprimento do disposto nesta Portaria implicará, para o agente infrator: I – responsabilização civil, administrativa e penal; II – repatriação ou deportação imediata; e III – inabilitação de pedido de refúgio.”

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