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Associação denuncia crime ambiental na Área de Preservação Permanente do Maceió, na Praia do Bessa

Dentre os principais problemas, destacam-se o desmatamento e o acúmulo de lixo
Foto: Reprodução/TV Correio

A Associação de Moradores e Ambientalistas do Jardim Oceania, em João Pessoa, protocolou denúncia junto ao Ministério Público Federal (MPF) sobre a exploração indevida da Área de Preservação Permanente do Maceió, na Praia do Bessa.

Dentre os principais problemas, destacam-se o desmatamento e o acúmulo de lixo. Além disso, entulhos da construção civil foram utilizados para aterrar parte do espaço e transformá-lo em estacionamento. Segundo apuração da TV Correio, a ocupação irregular vem aumentando nos últimos meses. Em agosto, foi derrubado um muro que protegia a área, abrindo espaço para depósito de lixo domiciliar e entulhos.

“Pedimos que o Ministério Público Federal identifique quem é que pode fazer a governança desse espaço”, apelou o professor Jefferson Palmeira, que é membro da associação.

À TV Correio, o secretário de Meio Ambiente de João Pessoa, Wellison Silveira, explicou que o espaço é particular, mas, por ser classificado como Área de Preservação Permanente, não pode ser utilizado. Ele acrescentou que a Prefeitura é responsável por fiscalizar e notificar pessoas que cometem irregularidades. “De acordo com as denúncias, adotaremos medidas para coibir a prática de ocupação”, assegurou.

A Área de Preservação Permanente do Maceió compreende 5.200 metros quadrados e fica entre o mar e a Avenida Afonso Pena.

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