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Bolsonaro deve visitar João Pessoa em fevereiro para ajudar pré-candidatura de Queiroga

Ex-ministro da Saúde conta com o desempenho do ex-presidente nas eleições de 2022 para conseguir apoio na disputa pela Prefeitura Municipal de João Pessoa
Jair Bolsonaro Marcelo Queiroga
Jair Bolsonaro e Marcelo Queiroga — Foto: Myke Sena/MS

O ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, deve visitar João Pessoa em fevereiro. A informação foi divulgada na coluna Radar, da revista Veja.

A visita seria para ajudar na pré-candidatura do ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para concorrer à Prefeitura de João Pessoa pelo Partido Liberal (PL).

Queiroga deve contar com o desempenho de Bolsonaro na Capital, nas eleições de 2022, para alavancar sua campanha. Dentre as capitais do Nordeste, região onde Lula obteve expressiva vantagem, João Pessoa foi onde o ex-presidente teve a menor diferença de votos para o petista – 49,9% a 50,1%, (925 votos no total).

Pré-candidatura provocou ‘racha’ no PL

Em junho do ano passado, Marcelo Queiroga oficializou sua filiação ao PL e foi logo anunciado pela legenda como pré-candidato a prefeito nas eleições deste ano.

O anúncio, porém, provocou repercussões dentro do próprio partido. O ex-candidato a governador Nilvan Ferreira e os deputados Wallber Virgolino e Cabo Gilberto Silva anunciaram que não iriam apoiar a candidatura do ex-ministro.

Wallber, inclusive, foi um dos críticos mais enfáticos da decisão da legenda e chegou a afirmar em uma sessão na Assembleia Legislativa em setembro que Bolsonaro não estaria preocupado com o postulante do PL nas eleições municipais de João Pessoa.

Bolsonaro tem muito com o que se preocupar. Ele não vai estar se preocupando com candidatura de PL em João Pessoa. Valdemar da Costa Neto está falando pela boca de Wellington Roberto. É um aliado antigo de Wellington. Você acha que Bolsonaro vai estar preocupado em indicar Queiroga para cá? Se Queiroga der uma punição a Caio Roberto, eu entrego meu mandato

Já Nilvan disse que sairia da legenda e deixou em aberto a possibilidade de um partido, cujo nome não foi mencionado, colocá-lo no comando da legenda no estado.

“Não tem mais clima para eu permanecer em um partido que está disposto a jogar uma eleição ladeira abaixo e levar um candidato que não tem condições de ir para o segundo turno”, afirmou, à época.

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