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Bombas da transposição levadas para o CE não atrapalham vazão na PB, diz Aesa

O presidente da Agência Executiva de Gestão das Água (Aesa), João Fernandes, afirmou nesta quinta-feira (24) que a reposição dos quatro conjuntos de motobombas para o eixo norte da transposição do Rio São Francisco não irá afetar o eixo leste, que leva água para a região de Campina Grande. Segundo ele, as motobombas já cumpriram seu papel em Monteiro-PB. O objetivo é fazer a água chegar mais rápido em Fortaleza-CE, que também vive crise hídrica.

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“Essas bombas foram utilizadas para antecipar a chegada das águas. O princípio lá é encher por gravidade e sair por gravidade do outro lado. Então, teria que esperar que enchesse o primeiro, para o segundo e assim consecutivamente. E isso levaria uns 3 a 4 meses. As bombas de São Paulo vieram para cá para antecipar. A captação flutuante não era mais por gravidade. E isto antecipou em uns 45 dias as chegadas das águas a Monteiro. Estas bombas estão encostadas no chão. As que estão operando são as bombas próprias de cada estação elevatória”, explicou.

Com isso, as bombas devem ser realocadas para o eixo norte, onde irão desempenhar o mesmo papel de antecipação das chegadas das águas. “Está sendo feita a Meta 1 do trecho do Ceará. Quando a Meta 1 estiver pronta, eles vão precisar dessas bombas pra fazer a mesma operação”, disse.

João Fernandes explicou ainda a questão da diminuição da vazão da água na chegada ao açude de Boqueirão. Segundo ele, está saindo menos água de Monteiro, consequentemente, a chegada será menor. Isso se deve a uma diminuição no uso das bombas das estações elevatórias, que diferem das motobombas cedidas pelo governo de São Paulo.

“As bombas que estão operando são as bombas próprias de cada estação elevatória. Cada estação tem duas. O governo começou operando com duas bombas trabalhando 20h diárias a partir da segunda. Agora, o governo decidiu manter uma bomba em cada estação. Mas estas bombas não têm nada a ver com as motobombas que vieram de São Paulo”, finalizou.

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