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Companheira de policial aposentado morto em João Pessoa é condenada a 30 anos de prisão

Durante o julgamento, Gleissy Ranielly confessou ter planejado e executado o crime, ocorrido em junho de 2022 no bairro do Castelo Branco, em João Pessoa
Luiz Abrantes
Luiz Abrantes de Queiroz, policial morto pela companheira (Foto: Reprodução/TV Correio)

A companheira do policial aposentado Luiz Abrantes de Queiroz, morto em junho de 2022, em João Pessoa, foi condenada a 30 anos de prisão. O julgamento terminou na madrugada desta quarta-feira (19).

Durante o julgamento, Gleissy Ranielly confessou ter planejado e executado o crime.

Uma pessoa contratada por ela para simular um latrocínio, identificada como Francinaldo, também foi condenado por levar o filho menor de idade para praticar o crime e também vai responder por furto.

Já uma amiga de Gleissy, identificada como Débora, foi apontada como a pessoa que indicou os serviços de Francinaldo e irá responder a outro processo no Tribunal do Júri.

Relembre o caso

Luiz Abrantes foi morto a facadas no bairro Castelo Branco, em João Pessoa. A investigação aponta que ele estava em seu carro, quando foi surpreendido pelo suspeito do crime, que levou o carro, duas armas e ainda esfaqueou a vítima.

Ainda em agosto de 2022, a viúva e suspeita já havia sido presa, mas recebeu medida cautelar da Justiça para que tivesse liberdade.

Em abril de 2023, um novo pedido de prisão foi expedido, e ela foi novamente apreendida.

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