Copa América no Brasil: previsões para final e desclassificação

Ex-goleiro da Chapecoense, Jakson Follmann, analisa a competição sul-americana

Apesar de a Copa América já estar em vigor no Brasil, o número de casos confirmados de Covid- 19 na competição subiu para 166. A decisão de sediar ou não a copa no país ainda levanta controvérsias. Follmann, ex-jogador da Chapecoense, está torcendo para que o vírus seja controlado no país. 

“O Coronavírus infelizmente é uma doença que atingiu todo o mundo, mas no Brasil existe um alto número de fatalidades e a vacinação precisa continuar progredindo para podermos desfrutar da competição.” 

Previsões

Analisando a Copa América, Follmann se anima pela seleção brasileira, e prevê a final da competição. “O meu favorito é claro que é o Brasil e os meus finalistas da Copa América são Brasil e Argentina.” 

O jogador acredita que Brasil e Argentina ou Brasil e Uruguai seriam dois grandes jogos para a final, com alto nível de competitividade. “Sou muito fã de futebol, então gostaria de ver um show, realmente um jogo que seja surpreendente” 

Para Follmann, as duas seleções a ser desclassificadas do grupo A e B serão o Peru e a Bolívia, pois ambas estão com elencos “fracos” em relação aos demais, por isso não sairiam da fase de grupos. 

Jogadores de destaque:

  1. Everton Soares – atualmente no Benfica 

“Ele quase sempre escolhe a jogada certa, se posiciona bem e isso faz a diferença no campo. Everton tem qualidade vontade de jogar, de ajudar.”

  • Richarlison – atualmente no Everton

“Richarlison foi considerado o melhor jogador do Everton na temporada 2019-2020 e faz diferença na seleção.” 

  • Casemiro 

“Além de ser um grande jogador, ele vai fazer diferença no vestiário, tem a experiência necessária para ajudar aos mais novos a manter a calma e a concentrar para os jogos.”

Para Follmann, o jogo da seleção brasileira contra o Peru de 4×0 mostra como o Brasil está em uma boa fase. Além disso, os jogadores da seleção brasileira em geral estão fazendo uma excelente campanha em seus clubes, e essa qualidade é importante quando representam a seleção. “Eles se sentem muito orgulhosos e vem com muita força e garra para os jogos”, afirma Jakson.

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