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Entendendo Medicina: conheça um pouco mais sobre a formação profissional

profissional Coordenadora do curso do Unipê fala sobre responsabilidade social e apresenta diferenciais da graduação

É inegável a importância das demandas de saúde que as comunidades trazem aos profissionais da área. E, no Brasil, a população estimada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é de mais de 213 milhões. São pessoas que precisam, em alguma medida, dos cuidados de diversos trabalhadores de saúde. Entre esses, os médicos.

Essas necessidades da população brasileira fazem aumentar o número de médicos: são mais de 500 mil no país, segundo o estudo Demografia Médica Brasileira 2020. Comparados com o total de brasileiros, esses números mostram que o país precisa até de mais médicos. E o Unipê é partícipe das demandas ao assumir um compromisso de atendê-las, diz a médica e coordenadora de Medicina da Instituição, Profa. Heloísa Estrela.

“Aí reside o cerne da responsabilidade social. Dessa forma, o Unipê apropria no seu perfil as características de entidade comunitária, no exercício das suas atividades específicas de ensino, pesquisa e extensão, porque os cursos oferecidos sempre estiveram ligados estreitamente à comunidade maior e circundante”, diz Heloísa, que é médica.

E como é a formação no Unipê? Segundo Heloísa, ela busca agregar aos futuros médicos o entendimento do ser humano nas dimensões biológica e social com conceitos e práticas interdisciplinares. Incluindo as ações na rede de serviços do SUS para o domínio das competências cognitivas, de habilidades e atitudes da profissão.

“Para garantir a formação deles, são mobilizados pessoas e recursos. As relações entre estudantes, docentes, funcionários da instituição de ensino, usuários do SUS e trabalhadores da saúde estão sempre no foco central do processo formativo. Alicerçada pela ética e compromisso social, com a facilitação docente do processo formativo e com apoio de tecnologias educacionais, a formação médica no Unipê articula ensino, pesquisa e extensão para garantir a aquisição de valores profissionais e humanos constituintes da identidade médica e de cidadãos”, pontua.

Como é cursar Medicina?

No Unipê, os futuros médicos são inseridos nas atividades práticas e acadêmicas na comunidade já no primeiro período, num eixo curricular integrado que se perpetua até a conclusão do curso no internato. A inserção precoce e permanente garante a formação de um médico generalista com a amplitude de conhecimentos necessários para o desempenho de um profissional em Medicina, preparado para enfrentar as variadas situações rotineiras.

“O estudante é inserido nas Unidades Básicas de Saúde para desenvolver a investigação de problemas de saúde coletiva que comportam o desempenho de análise das necessidades de saúde de grupos de pessoas e as condições de vida e de saúde de comunidades, a partir de dados demográficos, epidemiológicos, sanitários e ambientais e participar no desenvolvimento e avaliação de projetos de intervenção coletiva. Ainda, reconhecer as características do trabalho em saúde, seu impacto na realização das ações assistenciais e executar prática interprofissional colaborativa; realizar ações de educação em saúde nas comunidades, dialogando adequadamente, no sentido de promover saúde e gerar autonomia das pessoas; e elaborar projetos terapêuticos de território com a interação entre serviços de saúde e comunidades assistidas”, diz a coordenadora.

Para uma formação de excelência, o Unipê tem convênio de exclusividade com dois hospitais de grande porte. São o Hospital e Maternidade Flávio Ribeiro Coutinho (HMFRC), em Santa Rita, com 109 leitos, atendendo as áreas de Cirurgia, Clínica Médica, Obstetrícia e UTI; e Hospital Padre Zé (HPZ), em João Pessoa, com 110 leitos de enfermaria e ambulatórios de diversas especialidades. Espaços nos quais os estudantes vivenciam as práticas médicas.

E algumas ações são desenvolvidas nos estágios: na Central de regulação de leitos interna no HMFRC, controlam fluxo e contrafluxo de usuários; gerenciam consultas ambulatoriais reguladas pela capital no HPZ; para uma cultura acadêmica na rede, o programa de educação permanente e gerenciamento de casos abrange todas as unidades hospitalares, funcionando de forma integrada; e ampliação do sistema informatizado, proporcionando  uma maior segurança para os usuários, implementação da qualidade assistencial, fortalecendo banco de dados para o ensino e pesquisa, além de favorecer o controle de custos.

Vestibular de Medicina Unipê

O Processo Seletivo para 2022 do curso de Medicina do Unipê está com inscrições abertas. O ingresso é anual e conta com 140 vagas disponíveis. Neste semestre serão duas formas distintas de ingresso: via Vestibular Tradicional e por meio da nota do Enem.

Para o Vestibular Tradicional, as pessoas interessadas devem se inscrever até 9 de outubro de 2021. A prova será realizada no dia 24 de outubro, às 13h. Já o ingresso via Enem tem inscrições abertas até o dia 15 de outubro. Pode se inscrever quem se submeteu ao Exame entre os anos de 2010 e 2020, com nota mínima de 300 pontos.

Para mais informações, consulta de edital e inscrições, acesse o site do Processo Seletivo de Medicina Unipê.

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