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‘Estou como soldado’, diz paraibano sobre estar na equipe de Bolsonaro

Durante a transição, Queiroz diz que irá contribuir apenas como técnico e deixa claro que, até o momento, se comprometeu apenas com 60 dias de transição

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O procurador da Fazenda Nacional, o paraibano Sérgio Queiroz, em entrevista à Rádio 98 FM/Correio Sat, nesta segunda-feira (5), disse que está “como um soldado, sem uma missão específica” na equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Sérgio Queiroz foi convidado para compor a equipe junto aos outros 22 nomes indicados na ultima quarta-feira (31). Veja o vídeo acima.

O procurador se mostra bastante animado com a nova missão e acredita que pode colaborar muito com o novo governo. “É uma missão genérica de tentar entender e ajudar o Governo a entender algumas questões relacionadas ao serviço público, de dar alguma contribuição, talvez, para compreensão das estatais brasileiras, das lucratividades, das que não são lucrativas e possivelmente contribuir para a reconfiguração do sistema tributário nacional, que essa é a minha maior especialidade”, explica.

Sérgio Queiroz nasceu em João Pessoa e diz que a relação com o presidente eleito Jair Bolsonaro começou de forma casual há dois anos, em Campina Grande, por meio do deputado federal eleito, Julian Lemos (PSL). Apesar de aceitar o convite para compor a equipe, Queiroz diz que atualmente não tem pretensão de caminhar na política.

“Eu não tenho e nunca tive filiação partidária”, diz Queiroz, apesar de trazer a política na história e no sangue. “Fui líder estudantil na época da abertura, no movimento das diretas, fui presidente do grêmio, mas isso ficou adormecido por muito tempo. Minha família pessoalmente no Ceará é uma família que tem 150 anos de tradição política”, conta.

Transição

Durante esse tempo de transição de Governo, Queiroz diz que irá contribuir apenas como técnico e deixa claro que, até o momento, se comprometeu apenas com 60 dias de transição. “Eu não tenho nenhum comprometimento pós transição. Inclusive estava agora no meu gabinete, na procuradoria, e disse ‘deixe a minha sala aqui’, eu só vou saber o  que vai acontecer depois disso lá em janeiro, se eu volto, se eu não volto, se eu fico, se eu não fico. No momento a minha função é estritamente técnica”, esclarece.

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