Pesquisa

Ações gratuitas

#SouRepórterCorreio

TV Correio

Ministério da Agricultura, Ministra
A deputada federal e futura ministra da Agricultura no governo de Jair Bolsonaro, Tereza Cristina (Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil/Agência Brasil)

Futura ministra pede racionalidade nas ações rurais nos estados

Posicionamento de Teresa Cristina foi dado durante reunião do ONSEAGRI, presidido pelo paraibano Rômulo Montenegro

59
COMPARTILHE

A deputada federal e futura ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Teresa Cristina (DEM), que tomará posse no dia 1º de janeiro, concordou com a proposta de que todos os entes do serviço público rural, incluindo os órgãos dos governos Federal e Estaduais, façam intercâmbio de informações que resulte na racionalidade das suas competências e ações, o que as tornará mais eficazes.

Leia também: Para Moro, Funai pode ser mantida no Ministério da Justiça

O posicionamento de Teresa Cristina, que preside a Frente Parlamentar da Agropecuária, foi tomado em reunião nesta quarta-feira à tarde (5), em Brasília, com o Conselho Nacional dos Secretários de Estado de Agricultura (CONSEAGRI), presidido pelo paraibano Rômulo Montenegro, autor da proposta de troca de informações técnicas e objetividade de planos e tarefas.

“Faz-se imperioso que, à semelhança da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ANATER), os estados disponham das agências estaduais, cujo norte de orientação siga a meritocracia, e que o resultado financeiro e social seja alcançado. Não basta simplesmente existir enquanto empresa voltada à agropecuária; é fundamental que se desvencilhe das amarras burocráticas, tenha lucro e preste o serviço para o produtor rural, não importando o seu tamanho”, disse Rômulo Montenegro.

O presidente do Conselho também propôs a instalação de um Fórum permanente para sugerir, opinar e discutir temas relevantes para a agropecuária nacional.

Um dos pontos culminantes do encontro foi a discussão sobre a defesa agropecuária, que focou a desburocratização e diminuição dos embargos para o estabelecimento do autocontrole, ou seja, que proporcionem redução do papel do estado com a saída das ações não essenciais e que não ponham em risco a saúde humana e a comercialização dos produtos.

“O Brasil deve regras sanitárias mantenedoras de um padrão internacional dos países exportadores. Não avançaremos na produção agropecuária enquanto mantivermos regras restritivas absolutamente inócuas para finalidade a que se prestam. E, pior ainda, totalmente descompassadas da realidade mundial, se prestando apenas para estimular a perversa reserva de mercado para produtos importados e também dos grandes monopólios”.

Com informações de Heraldo Nóbrega

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your name here
Please enter your comment!

Notícias mais lidas