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João Pessoa acumula maior volume de chuvas para maio desde 2020; mais nuvens pesadas se aproximam da Paraíba

Até essa quinta (26), a estação automática de João Pessoa apontava acumulado de 475,4 milímetros
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Nuvens carregadas avançam em direção ao leste do Nordeste (Foto: Divulgação/Climatempo)

Imagens captadas por satélites meteorológicos nesta sexta-feira (27) mostram que novas nuvens pesadas sobre o mar tendem a avançar para a costa leste do Nordeste. As áreas de instabilidade até enfraqueceram nessa quinta (26), mas, segundo o site Climatempo, a expectativa é de que volte a chover forte neste sábado (28) em João Pessoa, Natal, Recife, Maceió e Aracaju, com maior grau de intensidade nas capitais de Pernambuco e Alagoas.

Conforme a publicação, até essa quinta (26) a estação automática de João Pessoa apontava acumulado de 475,4 milímetros. Esse é o maior valor para um mês de maio desde 2020, quando a cidade registrou 516,3 milímetros, e ultrapassa em 67,39% o esperado para todo o mês, já que a média climatológica da cidade neste período é 284 milímetros. O maio mais chuvoso em João Pessoa foi no ano de 1964, com 701,6 milímetros.

O volume acumulado de chuvas em João Pessoa neste mês é superior ao de outras Capitais nordestinas que estão na rota de temporais. Maceió registrou 346,4 milímetros (maior valor desde 2017) e Natal acumula 291,6 milímetros (maior volume desde 2011). Ainda não foram divulgados os acumulados de maio em Aracaju e Recife.

A capital paraibana registra fortes chuvas desde a última sexta-feira (20). Segundo o Climatempo, até o domingo (22), as precipitações foram provocadas uma frente fria estacionária. A partir da segunda-feira (23), entrou em atividade o fenômeno meteorológico Ondas de Leste, também conhecido como distúrbios ondulatórios de leste. Formadas entre os meses de maio e outubro, as ondas de leste se propagam do continente africano com direção à América.

Devido à atuação das Ondas de Leste, João Pessoa já registrou deslizamento de barreira, queda de árvores, desabamento de casa e acidentes de trânsito. Além disso, oito casas foram interditadas pela Defesa Civil por causa do risco de desmoronamento.

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