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Julian Lemos classifica atentado a Bolsonaro como ataque à democracia

O vice-presidente nacional do PSL, Julian Lemos, que também é candidato a deputado federal e coordenador da campanha de Jair Bolsonaro na região Nordeste, classificou como algo muito grave o atentado sofrido pelo candidato à Presidência da República pelo seu partido.

Segundo ele, a tentativa de assassinato a Bolsonaro, além de ser um atentado à democracia, reflete o ódio da esquerda brasileira contra aos seus opositores que querem chegar ao comando do País. “Isso nos preocupa muito, porque partiu de um ativista de esquerda, raivo disposto a matar qualquer um que se oponha aos seus interesses. Aconteceu isso com o prefeito Celso Daniel e agora com Jair Bolsonaro, e poderá acontecer com qualquer um de nós”, comentou.

De acordo com Julian Lemos, a esquerda não aceita a mudança que o povo tanto quer para o Brasil e por isso age dessa forma, de forma criminosa e com a intenção de matar. “A intenção era matar Bolsonaro, mas não conseguiram e esse ato será um fortalecimento dos querem falar a verdade, pois eles não aceitam homens que prosperam nos braços do povo. Não vamos retroceder”, afirmou.

Lemos disse ainda, que no perfil do acusado de tentar matar Bolsonaro na internet, e de integrantes da esquerda ativista havia a postagens com essas promessas.  “Eles cumpriram a promessa, os que se dizem tolerantes, mas são intolerantes e assassinos em potencial, demonstraram do que são capazes”, declarou, enfatizando que o suspeito de esfaquear Bolsonaro é ativista da esquerda, que pede Lula livre.

O coordenador da campanha de Bolsonaro na região Nordeste disse ainda que vai liderar uma corrente de orações para que ele se recupere prontamente dos ferimentos sofridos, considerados graves, para que o mais rápido possível vai retomar as atividades, totalmente recuperado e com saúde. “Deus guardou Bolsonaro, agora, só nos resta agradecer a Deus e  convocar o povo brasileiro para essa corrente de orações e para dar as respostas a este ataque covarde nas urnas”, revelou.

Ele revelou ainda, que a partir de agora, a segurança dos eventos de campanha serão ainda mais reforçados, para evitar que episódios como esses voltem a ocorrer. “Eles estão dispostos a matar. Por isso, temos que nos precaver e reforçar nosso aparato de segurança, porque foi comprovado do que esses ativistas radicais são capazes, para tentar impedir que Bolsonaro e qualquer um que for contra eles cheguem lá”, declarou.

*Por Adriana Rodrigues, do Jornal CORREIO.

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