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Delegado Aldrovilli Grisi foi responsável pelas investigações (Foto: Reprodução/TV Correio)

Morte do empresário Arnóbio Ferreira custou ao menos R$ 130 mil, diz polícia

Delegado disse à TV Correio que genro suspeito de ser o mentor do crime é "pessoa fria, que tentou controlar informação"

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O assassinato do empresário Arnóbio Ferreira Nunes, de 77 anos, teria custado ao menos R$ 130 mil ao mentor do crime, que segundo a Polícia Civil, seria o genro da vítima. A informação é do delegado Aldrovilli Grisi, em entrevista ao vivo à TV Correio. O genro de Arnóbio Ferreira foi detido na manhã desta quinta-feira (7), em operação que prendeu ainda outros seis suspeitos de participarem do crime, na capital paraibana.

“Tentaram simular um latrocínio na cena do crime, mas, na verdade, tudo não se passava de um teatro. Por isso o nome escolhido para essa operação foi Epílogo, que é a cena final de uma peça de teatro. Tudo indica que o crime foi motivado por questões financeiras. Hoje nós cumprimos cinco mandados de busca e sete mandados de prisão. Com o suspeito que já está na cadeia, temos então uma quadrilha de oito indivíduos”, contou o delegado.

Aldrovilli Grisi disse também que ainda não ouviu formalmente a esposa do suposto mentor e filha da vítima, “mas tudo indica que não há participação de outros familiares no crime”. Até o momento, as investigações apontaram alguns valores que teriam sido movimentados entre o genro de Arnóbio, o intermediário do crime e os executores diretos do assassinato. “Foram falados alguns valores iniciais. Algo em torno de R$ 130 mil, mas acreditamos que ainda foi repassado mais dinheiro”, adiantou o delegado.

Ainda conforme Aldrovilli Grisi, o genro de Arnóbio Ferreira nega ser o mentor do crime. “Ele nega. É uma pessoa fria. Armou tudo de uma forma teatral, a todo tempo fingindo, visitando delegacia, querendo controlar informação, mas a verdade sempre aparece”, concluiu o delegado.

Arnóbio Ferreira Nunes foi morto no dia 24 de novembro de 2017, enquanto chegava ao grupo imobiliário do qual era sócio-proprietário, no bairro de Manaíra, em João Pessoa.

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