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Comando-geral da Polícia Militar (Foto: Portal Correio)

Polícia Militar exclui cabo suspeito de tentativa de homicídio e tortura

Mesma edição do DOE também traz a licença de um soldado, suspeito de integrar uma quadrilha que agia no tráfico de drogas

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O Comando-Geral da Polícia Militar da Paraíba excluiu um cabo de seus quadros. A decisão foi divulgada na edição desse sábado (5) do Diário Oficial do Estado, que só foi disponibilizado nesta terça-feira (8). De acordo com o documento, o agora ex-policial responde por inúmeros crimes, tais como tentativa de homicídio e tortura, entre outros. A mesma edição também traz a licença de um soldado, suspeito de integrar uma quadrilha que agia no tráfico de drogas.

De acordo com a decisão publicada no Diário Oficial, em maio de 2013, o cabo Carlos Alberto Martins Farias atirou contra duas pessoas em um bairro de João Pessoa. Ao chegar ao local, os policiais militares encontraram o cabo com sintomas de embriaguez. Ao ser abordado pelos policiais, Carlos também teria resistido.

O cabo também responde pelo crime de tortura, quando desempenhava a função de comandante de Guarnição de Rádio Patrulha , no bairro de Mandacaru, na Capital. Após apreender dois menores, ao invés de conduzir os suspeitos à delegacia competente, levou-os a um matagal próximo ao Vale Timbó, onde passou a praticar atos abusivos de violência, abandonando-os em seguida. Os fatos foram denunciados pelos menores e seus familiares na UPS de Mandacaru.

Soldado é licenciado da PM

Ainda de acordo com o Diário Oficial, o soldado Kleryston Rodrigues Rolim foi licenciado dos quadros da PM por ter seu nome ligado a envolvimento e participação em organização criminosa ligada ao tráfico de entorpecentes. Segundo a investigação, o Soldado Rolim, conhecido pela apelido de “Branquinho”, agiu deliberadamente com a finalidade de praticar o tráfico de drogas na região de Cajazeiras, associando-se à quadrilha comandada pelo conhecido traficante “Marcos Aleijado”.

O Soldado era integrante da organização criminosa, aproveitando-se, inclusive, da sua condição de policial militar para passar informações privilegiadas à quadrilha sobre a prisão de integrantes da mesma, bem como liberando veículos apreendidos da mesma, e ainda, garantindo a segurança do chefe da organização criminosa.

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