
Uma segunda suspeita de participar do assassinato do policial civil aposentando, Luiz Abrantes de Queiroz, de 75 anos, foi presa. Ela tem 19 anos, é prima da viúva da vítima e também viúva do filho do casal.
A segunda suspeita, inclusive, foi presa um dia após a viúva ter sido encontrada no bairro Bodocongó, em Campina Grande, onde estava escondida.
A delegada Luísa Correia explicou que ela resistiu até informar o que, diante das investigações, já estava elucidado por parte da polícia.
“Houve aquela negativa em informar, mas agora ela nos informou o que já sabia, que a viúva arquitetou o crime, que sofria violência doméstica e que tinha medo de morrer. Mas eu acredito que não tenha sido só isso. Ao curso da investigação, a gente conseguiu demonstrar de forma contrária. Com aquele temor de sua prima, que mantinha ela financeiramente, acabou por sair da residência e propiciar que aquele crime ocorresse no interior daquele imóvel”, comentou a delegada.
Luiz Abrantes foi morto a facadas durante um assalto no bairro Castelo Branco, em João Pessoa. A investigação aponta que ele estava em seu carro, quando foi surpreendido pelo suspeito do crime, que levou o carro, duas armas e ainda esfaqueou a vítima.