Ano Novo

Finanças pessoais

#SouRepórterCorreio

TV Correio

Berg, Novo tempo
Berg Lima (Foto: Reprodução/Instagram/berglimapb)

Presidente do STJ indefere pedido do MPPB e mantém Berg Lima no cargo

Há uma semana, o procurador-geral de Justiça em exercício, Alcides Jansen, protocolou um recurso contra a decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB)

208
COMPARTILHE

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, indeferiu, nesta quarta-feira (26), pedido do Ministério Público da Paraíba (MPPB) para suspensão da decisão que autorizou o prefeito Berg Lima (sem partido) reassumir o comando da Prefeitura de Bayeux.  Com a decisão, Berg permanece no cargo, até o julgamento do mérito do processo.

Há uma semana, o procurador-geral de Justiça em exercício, Alcides Jansen, protocolou um recurso contra a decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) que permitiu que Berg reassumisse o Poder Executivo, do qual estava afastado há um ano e cinco meses, por decisão judicial. De acordo com o MPPB, houve erro do desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque na concessão da liminar, com o argumento de que manter o gestor afastado do cargo seria uma ‘condenação antecipatória’.

O advogado Raoni Vita, que atua na defesa de Berg Lima, destacou a importância da decisão do presidente do STJ, ao indeferi o pedido do MPPB objetivando desconstituir a decisão do TJPB que determinou o retorno do prefeito ao cargo. “Bayeux finalmente viverá tempos de tranquilidade e estabilidade jurídica, política e administrativa”, declarou.

O promotor Octávio Paulo Neto, coordenador do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) do MPPB, disse que o órgão vai recorrer da decisão no próprio STJ. Apesar de considerar que não caberia a remessa do recurso pelo presidente do TJPB, Joás de Brito Pereira Filho, ao STJ, porque ele foi movido com base no próprio regimento do Tribunal, contra a decisão liminar do relator no âmbito cível.

“O MPPB está tomando todas as providenciais necessárias para solucionar o caso, chegar a um bom termo e garantir uma certa estabilidade jurídica. Vamos fazer tudo que for necessário, o que estiver ao nosso alcance, dentro da legalidade, para poder alcançar o objetivo que tantos perseguimos, que é o esclarecimento da verdade”, comentou o coordenador do Gaeco.

*Por Adriana Rodrigues, do jornal CORREIO

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your name here
Please enter your comment!

Notícias mais lidas