Definir um representante do PT, com densidade eleitoral, para disputar a prefeitura de João Pessoa não deve passar meramente pelo crivo de um único líder partidário, mas considerar o peso e a opinião do povo é o mínimo que se espera para um pleito.
Esse é a linha defendida por Lázaro Farias, em sua coluna “Ponto de Vista” desta segunda-feira, 27.
“É um contrassenso acreditar que numa democracia, o melhor nome, seja o escolhido apenas dentro de uma legenda, num processo interno de prévias, onde seres “iluminados”, decidam por uma população de 800 mil pessoas”, destaca.
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