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‘Segurança efetiva cabe ao Estado’, diz organizadora do São João de CG

A Aliança Comunicação e Cultura, empresa organizadora do São João de Campina Grande, disse, em nota oficial, que está trabalhando junto com as polícias Civil e Militar na apuração dos relatos de agressões por agulhas que teriam acontecido durante festejos no Parque do Povo no último fim de semana.

“Informamos que a organização do evento mantém um efetivo de 70 homens de segurança privada atuando na revista de pessoas, nas oito entradas do Parque do Povo, mas que cabe ao aparato do Estado garantir a efetiva segurança dentro e fora do Parque do Povo, já que se trata de uma festa de caráter público”, diz um trecho do comunicado.

A empresa destacou também que as pessoas que contam terem sido feridas estão recebendo tratamento necessário no Hospital de Trauma da cidade e se comprometeu com o esclarecimento dos fatos.

“Notícias como estas precisam ser tratadas com todo o cuidado e responsabilidade. Por isso, é importante que os fatos sejam devidamente apurados e esclarecidos pelos órgãos de segurança. A organização do evento continuará a dar sua contribuição para garantir a segurança do público”, finaliza a nota.

Até a manhã desta terça-feira, 14 pessoas tinham procurado atendimento no Hospital de Emergência e Trauma. Elas passaram pelo procedimento padrão para a prevenção das doenças infecciosas, visando principalmente evitar a infecção pelos vírus da hepatite B e HIV.

Comentários

  • Paulo Eduardo disse:

    Certamente, o Estado tem grande responsabilidade no que tange à segurança deste evento que não é privado, mas um patrimônio cultural da Paraíba.

    Infelizmente, apesar de não “morrer de amores” pelo nosso atual governador, tenho que dar uma de “advogado do Diabo”: dada a proporção do evento, é difícil garantir plenamente a segurança, notadamente nos dias atuais, onde vivemos praticamente em um constante pesadelo, em uma “guerra urbana”.

    Quase certa a possibilidade de ocorrerem outros incidentes, tão ou mais graves. Essas coisas resultam das escolhas que fizemos, como sociedade: agora, pagamos por elas.

    Agora, isentar completamente o Estado ou exigir que a iniciativa privada arque com todo o custo e responsabilidades da segurança é “um pouquinho demais”: é uma responsabilidade, principalmente, estatal.

  • Arimathea Barbosa disse:

    “Informamos que a organização do evento mantém um efetivo de 70 homens de segurança privada atuando na revista de pessoas, nas oito entradas do Parque do Povo, mas que cabe ao aparato do Estado garantir a efetiva segurança dentro e fora do Parque do Povo, já que se trata de uma festa de caráter público”, diz um trecho do comunicado.
    70 homens num evento desse porte é como procurar alguma num palheiro.
    Segurança efetiva cabe a todos os envolvidos, sem esquecer que apesar de público, o evento tem participação da iniciativa privada.
    Culpar o Estado é uma desculpa irresponsável, leviana e covarde.

  • Jussier disse:

    Até quando estado vai ficar omisso diante de tanto descaso? A PM trabalha esgotada com um efetivo de praças de pouco mais de 8 mil, enquanto a lei prevê 17 mil . O Governador fez um concurso de 1000 vagas que ameaçou cancelar e mesmo que convoque os 1000 mil não vai dar para compensar nem os que vão para reserva aumentando ainda mais o deficit. Para dar uma resposta para sociedade por menor que seja teria que convocar pelo menos 4000 mil do ultimo concurso e ainda ficaria muito aquém do que a lei prevê, mas já daria uma grande amenizada na falta de segurança que a Paraíba precisa.

  • JOAO PAULO disse:

    SE A SEGURANCA PRA O CIDADAO DURANTE OS DIAS NORMAIS, IMAGINE NESSA FESTA . O ESTADO TA JOGADO FALTA SEGURANÇA FALTA BLITZ AS NOITES FALTA INCENTIVO

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