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Após paralisação, servidores da Fundac esperam diálogo com governo

Os trabalhadores da Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente ‘Alice de Almeida’ (Fundac) voltaram ao trabalho na última quarta-feira (5) após uma paralisação de 48 horas nos dias 3 e 4 de fevereiro. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Fundac (Sintac), a categoria tem como principal pauta a revisão do Plano de Cargo, Carreira e Remuneração-PCCR, além de ser contra a reforma da Previdência.

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Passada a paralisação, os trabalhadores agora esperam a abertura de diálogo com o Governo do Estado. De acordo com o presidente do Sintac, Márcio Philippe, a gestão estadual, através da Secretaria de Desenvolvimento Humano, já acenou favoravelmente para o sindicato, mostrando interesse em dialogar e avançar nas negociações para dar agilidade na tramitação do projeto.

“O secretário Tibério Limeira nos recebeu na segunda-feira (3) à tarde e trouxe a perspectiva de abrir caminhos para destravar essa luta pelo PCCR, considerada justa pelo próprio secretário”, disse Márcio.

Ainda conforme o presidente do Sintac, o secretário prometeu tentar agilizar junto ao Governo do Estado o processo de revisão do PCCR, seja acatando a proposta apresentada pelo sindicato, seja apresentando uma contraproposta ou um meio termo. Uma reunião será agendada com Tibério para discutir o tema.

“A gente agora vai aguardar os próximos passos do governo e, caso não se veja nenhuma evolução, iremos marcar assembleia geral para decidir por greve por tempo indeterminado”, concluiu o dirigente sindical.

Com relação à reforma da Previdência, o Sintac informou que continuará lutando junto ao Fórum dos Servidores Públicos para que a Assembleia Legislativa abra diálogo com as categorias para que esse projeto não seja aprovado.

A redação do Portal Correio tentou entrar em contato com o presidente da Fundac, Noaldo Meirelles, para tratar sobre as reivindicações dos trabalhadores, mas as ligações não foram atendidas até a publicação desta matéria.

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