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‘Caso Padre Zé’

Religioso é acusado de atuar em um esquema que desviou mais de R$ 140 milhões em verbas públicas destinadas ao Hospital Padre Zé
Após pedidos da defesa do padre Egídio de Carvalho Neto alegando razões médicas, audiências foram remarcadas para o mês de julho
Segundo a denúncia, os dois teriam recebido propinas por parte da direção da unidade de saúde, na época gerenciada pelo padre Egídio de Carvalho Neto
De acordo com o Instituto, esse valor seria aplicado com um bloqueio nas conta de Egídio e usado para a própria administração do Hospital Padre Zé
MPPB solicita transferência de Egídio para cumprir prisão preventiva em presídio. Ex-diretor da instituição está em prisão domiciliar desde abril deste ano
Cancelamento de audiências que ocorreriam nesta terça (27) e quarta (28) se deu porque testemunhas têm prerrogativas para indicar dia para depoimento
Três audiências de instrução estão marcadas para acontecer nesta semana, para ouvir os investigado no Caso Padre Zé
Na decisão, Justiça converteu a prisão preventiva em medidas cautelares. Ela é uma das suspeitas de envolvimento no esquema de desvio de verbas do hospital
Investigação sobre as irregularidades no Hospital Padre Zé teve início após o furto de mais de 100 aparelhos celulares da instituição
Segundo a denúncia, médica de 76 anos teria sido convencida por Egídio a doar R$ 530 mil ao hospital. Quase todo o valor foi desviado para conta do padre
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