Em João Pessoa desde 10 de abril, Silvana torce pelo fim dos ataques e para que a população local possa reconstruir suas vidas: "Será um processo dolorido"
Paraibana Silvana Pilipenko já deixou a cidade de Mariupol, onde vivia com o marido e a sogra, e está na Crimeia, região ao sul do país anexada pela Rússia