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UFPB desenvolve ventilador pulmonar 37 vezes mais barato

A Agência UFPB de Inovação Tecnológica (Iova-UFPB), desenvolveu um ventilador pulmonar com custo 37 vezes abaixo do praticado no mercado. O equipamento foi produzido em 48 horas e possui tecnologia touch-screen. Produzido no fim do mês de março, o equipamento foi protocolado no dia 1º de abril no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

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Tecnologia de ponta

O ventilador pulmonar desenvolvido na UFPB é equipado com sistema multibiométrico e tem conectividade wireless. Inclusive é possível acessá-lo, monitorá-lo e operá-lo em tempo real remotamente por meio de aplicativo em dispositivos móveis (smartphones).

Custo baixo

O aparelho é de baixíssimo custo. De acordo com os inventores, a produção do aparelho é de aproximadamente R$ 400, ou seja, mais barato do que o equivalente desenvolvido na Universidade de São Paulo (USP); valendo destacar que o respirador mais barato no mercado custa aproximadamente R$ 15 mil.

Montagem

O equipamento também é de rápida montagem e programação, sendo possível concluir a montagem e deixá-lo plenamente operável em 60 segundos! Outro detalhe é que ele não é um respirador de emergência, podendo ser usado indefinidamente; ou seja, um substituto aos convencionais comercializados atualmente.

Fabricação

A equipe de pesquisadores e servidores da UFPB é responsável pelo pedido de patente, mas não pela fabricação, que deverá ser feita por empresa com autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o aparelho ainda precisa passar por testes pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Nesses últimos caso, acredita-se que em face da urgência as tramitações burocráticas, os testes sejam aceleradas.

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Comentários

  • Pedro José Aires disse:

    Existe tantas coisas que faz mal aos humanos, inclusive criticar as boas ideias de outras pessoas, colocando defeito, aonde provavelmente não exista, esse equipamento pode até não ser perfeito, mas nada impede de ser aperfeiçoado, parabéns aos idealizadores, e que essa ideia em um momento tão turbulento, Silva de acalento para os necessitados.

  • Larry Araújo disse:

    Gostaria que realmente fosse uma boa notícia, mas não passe de ilusão, para ventilar um paciente não é só criar um Ambu automático, existe uma grande complexidade, chamem um fisioterapeuta pela caridade, alguém diga a esse pessoal que eles estão perdendo tempo… essa ideia é antiga, na década de 70 já havia tecnologia e um conhecimento mais avançado…

  • Senhorinha de Jesus Pit Paz disse:

    Excelente idéia b, Parabéns aos inventores, esperamos que os trâmites burocráticos sejam agilizados, para que possa ser produzido o mais rápido possível.. tendo em vista a propagação do corona vírus. É preciso ações imediatas e de grande utilidades para salvar vidas como o que está sendo proposto pela equipe da UFPB.

  • THIAGO ROBSON DOS SANTOS LOPES disse:

    Infelizmente de nada vale, pois os órgãos públicos já possuem seus fornecedores de estimação.

    E sempre preferem comprar mais caro

    Brasil…….

  • Samuel disse:

    Este equipamento usa material de ar-comprimido, eletrovalvulas que não têm o isolamento adequado, gotículas de óleo das válvulas podem ser transportadas pela tubulação. Isso não é um problema pra equipamentos hidráulicos, no entanto, extremamente prejudicial para humanos. Este professor não pesquisou as restrições adequadamente.

  • Maria do Desterro Xavier Honorato disse:

    Parabéns! Deus abençoe todos os estudantes e professores dessa instituição.

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