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Vigilante é detido por engano após assassinato de policial civil

Policiais militares confundiram vigilante com o verdadeiro autor do assassinato por conta de características repassadas por testemunhas
Vigilante
Policial civil foi morto no Castelo Branco (Foto: Reprodução/TV Correio)

Um vigilante foi detido por engano, na noite de sábado (4), em João Pessoa, após ser apontado como suspeito no assassinato do policial civil aposentado Luiz Abrantes de Queiroz, de 75 anos.

O crime aconteceu no bairro Castelo Branco. À TV Correio, o vigilante contou que foi abordado na Perimetral Sul, enquanto voltava de um bar no bairro do Cristo, onde estava com amigos.

Segundo o vigilante, policiais militares o confundiram com o verdadeiro autor do assassinato por conta de características repassadas por testemunhas. Ele reclamou da forma como os policiais conduziram a abordagem.

“Me algemaram e disseram que eu era suspeito de matar o policial civil. Eu não estava nem sabendo desse crime. Eu falei para a tenente: vocês estão errados. E eles [os policiais] me acusando, fazendo pressão em cima de mim”, disse.

O vigilante foi liberado na Central de Polícia Civil, após análise das câmeras de segurança do bar. “Não fosse esse registro, meu cliente estaria preso e poderia ser condenado”, disse o advogado do vigilante.

O crime

Luiz Abrantes de Queiroz tinha 75 anos (Foto: Reprodução/TV Correio)

O assassinato de Luiz Abrantes de Queiroz aconteceu na noite de sábado. O policial civil aposentado estava em casa com a esposa. Dois homens invadiram o imóvel. Eles roubaram celulares, dinheiro e outros pertences do casal, além das câmeras de monitoramento da casa.

Luiz Abrantes teria tentado reagir ao assalto e acabou atingido por uma facada. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado, mas a vítima não resistiu à gravidade dos ferimentos.

Após o crime, os suspeitos fugiram com o carro da própria vítima. O veículo foi abandonado pouco tempo depois, às margens da BR-230.

A Polícia Civil apura se Luiz Abrantes de Queiroz foi vítima de latrocínio ou se os criminosos tinham outra motivação para matar o policial aposentado.

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João PessoaPolicial

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