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Wellington Roberto revela consulta a padre antes de votar a favor de Dilma

O deputado federal, Wellington Roberto (PR), fez uma interessante revelação sobre seu posicionamento na votação do impeachment da ex-presidente Dilma Roussef (PT), quando votou a favor da petista. De acordo com o parlamentar, antes de ir à Câmara Federal, ele fez questão de passar em uma igreja e consultar um padre para que lhe orientasse naquela importante decisão. O padre o aconselhou a seguir o que sua consciência dizia.

“Eu votaria dez vezes contra se fosse submetida a dez processos de impeachment. Eu acho que naquele tempo quando houve a votação eu fui massacrado não só pela imprensa como na parte política, eu paguei um preço muito alto mas eu tomei uma decisão agindo de acordo com minha consciência. Eu visitei uma igreja naquele dia, tive uma conversa com o padre e ele me disse para agir de acordo com minha consciência e naquele momento analisando a situação, vi que o CPF da ex-presidente Dilma estava limpo com está até hoje”, contou.

Segundo o deputado, seu posicionamento em relação às reformas que estão sendo votadas na Câmara Federal vai ser contrário ao que é proposto pelo governo federal. “Eu já antecipei minha posição com essas reformas quando votei contra o presidente temer nas denúncias contra ele. eu não voto nessa reforma trabalhista, apesar de ser necessário se fazer uma reforma, mas não agora como está se apresentando”, disse.

Política estadual

Wellington Roberto também fez questão de esclarecer a polêmica que gira em torno da saída de seu filho, Bruno Roberto, da Secretaria Estadual de Esportes, e poderia se apresentar com um possível distanciamento de seu partido, o PR, do PSB do governador Ricardo Coutinho.

“Eu acredito que a gente tem que dar um ponto final nessa questão da entrega do cargo de Bruno Roberto, eu quero em primeiro lugar dizer que não houve reivindicação de cargo algum, por parte do PR. Eu estive com o governador o ano passado por duas vezes e fiz ver a necessidade de Bruno entregar e pedir uma substituição e o governador pediu que acontecesse agora no início do ano e assim o fiz”, explicou.

E revelou que existia uma inviabilidade, inclusive com boicotes, na gestão de seu filho na secretaria. “Existia uma inviabilidade da gestão dele. Pessoas que trabalham lá boicotaram, pessoas de dentro do governo mas isso acontece e não existia estrutura, não existiam recursos”, afirmou.

Wellington Roberto contou, ainda, que não existe nenhum contato de seu partido com o PSD do prefeito de João Pessoa Luciano Cartaxo para uma possível aliança. “Existiu alguma cogitação na época no pleito aqui na capital do estado aonde se disse que o PR apoiaria Luciano Cartaxo. Nunca existiu isso, eu não tenho nenhuma afinidade com o atual prefeito apesar de respeitá-lo. Eu continuo na base do governo do estado”, finalizou.

Comentários

Lourdes disse:

Para defender Eduardo Cunha esse sujeito deve ter consultado o diabo.

Juliette Justine disse:

Provavelmente a consulta foi via padre Luiz Couto. Eita cara de pau. Agora,vem cá,e pra defender o deputado Eduardo Cunha, não teve peso na consciência, não? Tu vai é queimar no inferno. Safado.

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