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Campina Grande abre mais quatro pontos de testagem da Covid-19

Objetivo é descentralizar o atendimento aos pacientes com suspeita de infecção pelo novo coronavírus
Testagem
Foto: Divulgação/Codecom-CG

A Secretaria de Saúde de Campina Grande anunciou, nesta terça-feira (25), a ampliação do número de centros de testagem da Covid-19. Os testes passam a ser oferecidos no Centro de Saúde da Bela Vista, na Policlínica das Malvinas, na Unidade Mista de Galante e no Centro de Saúde de São José da Mata. O objetivo é descentralizar o atendimento aos pacientes com suspeita de infecção pelo novo coronavírus.

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Já realizavam os testes o Complexo Hospitalar Municipal Pedro I, o Hospital Municipal Dr. Edgley, as duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), o Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (para as gestantes) e no Hospital da Criança e do Adolescente (HCA).

Nessa segunda-feira (24), foram realizados em Campina Grande mais de 1.000 atendimentos somando os procedimentos nestes serviços, sendo 650 somente no Hospital Pedro I.

“A intenção é disponibilizar a oferta de testes em mais locais e permitir que as pessoas das áreas mais distantes tenham acesso ao atendimento e testagem, já que a maioria desses casos atendidos nas emergências não apresenta perfil de paciente hospitalar”, explicou o secretário de Saúde, médico Gilney Porto.

Testagem
Foto: Divulgação/Codecom-CG

O secretário explicou que o município vem realizando um trabalho de triagem qualificada em que todos os pacientes, com sintomas gripais, são atendidos por médicos antes de serem testados para a Covid-19. O objetivo é otimizar a aplicação dos exames, seguindo as recomendação de órgãos como Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) e a Organização Pan-Anamericana de Saúde (OPAS), diante do desabastecimento de testes em todo o mundo.

Critérios para testagem e diagnóstico

O teste é aplicado em pessoas a partir do terceiro dia de sintoma e são priorizados os pacientes com sintomas moderados, as pessoas idosas, trabalhadores de saúde, imunossuprimidos, pacientes oncológicos, recém-operados, gestantes e aqueles com doenças reumatológicas.

Além disso, também é possível ter o diagnóstico clínico, quando o médico atesta o caso positivo com base no relato dos sintomas, em exames de imagem ou na presença de anosmia (perda do olfato) e ageusia (perda da capacidade de sentir sabor).

“Diante do número crescente de casos, existe a possibilidade do diagnóstico assistencial, pois estamos em outra fase da pandemia, em que a maioria da população está vacinada”, esclareceu o secretário.

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