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Defensoria pede suspensão de duas seleções da UEPB

A Defensoria Pública da Paraíba pediu na Justiça a suspensão de dois processos seletivos de emprego na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). As seleções são para  42 vagas de agente de portaria e para 20 de analistas desenvolvedores de sistema Os defensores Marcel Joffily e José Alípio Bezerra de Melo entraram com uma ação civil pública em relação aos dois editais da seletiva, por não terem cotas raciais, e um mandado de segurança, referente à falta de reserva de vagas para candidatos com deficiência física concorrerem às oportunidades no cargo de analista.

Segundo Marcel Joffily, a Defensoria procurou a Reitoria da UEPB para tratar sobre o assunto, no dia 17 de abril, e deu um prazo de 10 dias para que a instituição desse um retorno. Como não houve resposta, conforme relatou o defensor, foi necessário se recorrer à Justiça.

“Sempre procuramos resolver primeiro as coisas administrativamente. Entrei em contato por telefone, falei com a secretária do reitor Rangel Júnior e ela confirmou o recebimento de um ofício nosso, no qual requisitamos informações, e indicou que encaminharia para apreciação dele, mas, após o prazo que estabelecemos, não obtivemos uma posição da Reitoria”, contou Joffily, que revelou que a Justiça, caso acate o pedido da Defensoria, poderá arbitrar uma multa à UEPB, dentre outras sanções cabíveis.

Os pedidos de suspensão foram encaminhados para a 1ª Vara da Fazenda, mas, até o fechamento desta matéria, não haviam sido apreciados pelo juiz responsável.

A redação do Portal Correio tentou falar com o reitor Rangel Júnior e com a assessoria de imprensa da UEPB, mas não foi possível se estabelecer contato.

Comentários

  • Waltênisson disse:

    É cada uma viu, tanta coisa para a defensoria pública se preocupar. Quer interferir no processo seletivo da UEPB, um besteirol de um barulho por tão puco, é simples… Só é abrir as vagas para deficiente no caso de analista de sistema, bem como cotas raciais para agente de portaria, isto é só para ocupar os juízes que deveriam julgar ações relevantes; Olha o negro passa por méritos e não por cotas, é como se o negro só passa a ser gente, quando tem tratamento diferenciado, quanto aos deficiente a proposta é boa, pois muitos vivem na ociosidade e o trabalho ofertado não requer esforço físico, assim é bom para autoestima e também para a previdência. Tomando um café na cozinha de dona Candinha, tchau.

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