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Delegado desmente informação de que acusado de matar Kelton Marques tenha sido preso

Informação falsa se espalhou em grupos de WhatsApp, mas delegado explicou que a pessoa presa é outra e é envolvida na morte do ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira
Kelton Marques, Ruan, Motoboy
Ruan Ferreira de Oliveira é procurado pela morte de Kelton Marques (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)

O delegado da Polícia Civil Rodolfo Santa Cruz e a Polícia Civil do Rio Grande do Norte desmentiram, nesta terça-feira (12), informações sobre a prisão de Ruan Ferreira de Oliveira, conhecido como “Ruan Macário”, acusado de matar o motoboy Kelton Marques, em setembro de 2021, no trânsito, em João Pessoa.

A informação de que ele teria sido preso na cidade de Parnamirim, na Região Metropolitana de Natal (RN), se espalhou rapidamente em grupos de WhatsApp no começo da tarde desta quinta-feira (12), mas é falsa.

Conforme checagem conjunta do Portal Correio, da Rede Correio Sat e da TV Correio, o homem preso em Parnamirim se chama Gean Carlos da Silva Nascimento, o último procurado pela morte do ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira, assassinado em dezembro de 2020.

“Gean foi levado para a delegacia durante uma investigação da Polícia Civil do Rio Grande do Norte contra estelionato em Parnamirim. Ao ser identificado, foi constatada a existência de uma ordem de prisão. A semelhança de pronúncia dos nomes levou a toda essa celeuma [alarde] e por isso imaginou-se que o capturado seria Ruan Macário”, disse o delegado Rodolfo Santa Cruz à Rede Correio Sat, ao vivo, nesta quinta (12).

Caso Kelton Marques

O motoboy Kelton Marques de Sousa, de 33 anos, foi vítima de crime de trânsito na Avenida Flávio Ribeiro Coutinho (Retão de Manaíra), em João Pessoa. O caso completou oito meses nessa quarta-feira (11). Réu, Ruan Ferreira de Oliveira ainda foi encontrado.

Em entrevista à TV Correio, familiares da vítima falaram de saudade e sentimento de revolta e pediram justiça para a morte do motoboy.

Caso Expedito Pereira

O médico e ex-prefeito de Bayeux, na Grande João Pessoa, Expedito Pereira, de 72 anos, foi morto a tiros enquanto caminhava no bairro de Manaíra, em João Pessoa, no dia 9 de dezembro de 2020.

A polícia concluiu que o vereador eleito de Bayeux, Ricardo Pereira (PV), sobrinho da vítima, mandou assassinar o tio para ficar com o dinheiro dele.

Justiça da Paraíba condenou, no dia 7 de abril deste ano, dois dos três acusados no caso do assassinato do médico. Ricardo Pereira, sobrinho da vítima e acusado de ser o mandante do crime, foi condenado a 20 anos de prisão, enquanto Leon Nascimento dos Santos, apontado como executor do assassinato, recebeu pena de 24 anos de prisão.

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