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Médica é agredida por paciente do Trauminha de João Pessoa

Uma médica foi agredida enquanto trabalhava no Ortotrauma de João Pessoa, conhecido como ‘Trauminha’, em Mangabeira, na Zona Sul.  O caso ocorreu nessa sexta-feira (18).

Segundo apuração da TV Correio, a direção do hospital informou que um paciente psiquiátrico que estava em atendimento surtou e agrediu a primeira pessoa que viu na frente, no caso a médica. “A médica passou por exames, foi medicada e liberada”, disse a direção do hospital.

Ainda de acordo com diretoria, há equipe de segurança 24 horas e cerca de 10 guardas municipais. “Se tratando de paciente psiquiátrico, o que aconteceu poderia ter acontecido com qualquer pessoa”, finalizou, em nota enviada à produção da TV Correio.

O secretário de Saúde de João Pessoa Adalberto Fulgêncio disse que está tomando providências sobre o caso. “Substituiremos a guarda e vamos introduzir a guarda arma da nas unidades de porta aberta a partir da próxima semana”, informou o secretário, à TV Correio.

O Portal Correio tentou contato com o Sindicato dos Médicos da Paraíba (Simed), neste sábado (19), mas os telefonemas não foram atendidos.

Insegurança

O caso de agressão no Ortotrauma é o terceiro noticiado contra profissionais de saúde de João Pessoa desde março deste ano. No dia 12 daquele mês, um médico teria sido agredido por um paciente dentro da Unidade de Pronto Atendimento de Cruz das Armas (UPA). O caso foi parar na delegacia.

Em 9 de maio, o Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) interditou eticamente o atendimento médico PSF Jardim Sepol, no Ernani Sátiro, Zona Sul de João Pessoa, após detectar falta de segurança do local após uma médica ter sido ameaçada de morte.

Em entrevista ao Portal Correio no dia 14 deste mês, o diretor de fiscalização do Conselho Regional de Medicina-Paraíba (CRM-PB), João Alberto, reclamou dos problemas com a segurança de profissionais de saúde nas unidades.

Comentários

  • Fabiano disse:

    Tem de quebrar de pau mesmo. A maioria desses médicos são uns lixos, não atendem ninguém bem e só vivem no celular.

  • Eliénay Carneiro de Farias disse:

    Muitos professores passam por isso todos os dias, nem assim a escola para. Quem sofre é a população!

  • Arimathea disse:

    Não vamos misturar alho com brugalho – um paciente esquizofrênico agride a própria a mãe…
    Bobagem mexer com a guarda.

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