(Foto: Imagem compartihada no WhatsApp)

Ministério Público investiga tragédia em fábrica de Campina Grande

“Ainda não temos nada pra confirmar”, diz engenheiro responsável pela investigação

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O Ministério Público do Trabalho está à frente das investigações que vão revelar o que teria causado o rompimento de um silo de milho em uma fábrica, em Campina Grande, nessa quarta-feira (8). As investigações do acidente estão sendo procedidas pelo Centro de Referência Regional em Saúde do Trabalhador do município (Cerest-CG), com suporte do MPT e da fabricante ASA Indústria e Comércio LTDA.

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O engenheiro de segurança do trabalho da Cerest a frente das investigações, Artur Sartori, explicou que ainda não há nenhuma ideia de possibilidades para o acidente e para determinar o tempo de finalização. “A gente ainda está investigando e apurando, ainda não temos nada para confirmar”, disse. Somente com a conclusão do laudo pericial será possível saber o que teria provocado o rompimento.

A situação ocasionou o soterramento de dois funcionários e, consequentemente, a morte de um deles, José Eugênio Alves Pequeno, de 51 anos, ficou levemente ferido e não corre risco. Geraldo José da Silva, 46, teve parada cardiorrespiratória e não resistiu às tentativas de reanimação no hospital.

Em nota, a empresa lamentou o ocorrido, esclarecendo que as famílias estariam tendo suporte psicológico prestado, que seguiria empenhada e comprometida com o pronto esclarecimento dos fatos e colaborando com as autoridades para o desfecho do ocorrido.

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