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PF entrega ao STF relatório de indiciamento de Bolsonaro e auxiliares do ex-presidente

Corporação indiciou o ex-presidente por três crimes: peculato (desvio de dinheiro público), associação criminosa e lavagem de dinheiro
PF
Jair Bolsonaro (Foto: Alan Santos/PR)

A Polícia Federal entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (5) o relatório que indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e auxiliares dele por vendas ilegais de joias presenteadas por autoridades internacionais.

A PF acredita ter provas robustas para incriminar Bolsonaro e ex-assessores. Os crimes atribuídos ao ex-presidente foram de peculato (desvio de dinheiro público), associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Agora, o ministro Alexandre de Moraes vai analisar o relatório final e enviar o processo para a Procuradoria-Geral da República (PGR), que vai avaliar se pede novas investigações, se oferece denúncia ou se arquiva o caso.

Com o recebimento do relatório, haverá o trâmite interno do tribunal e até o final do dia o documento deve chegar, de fato, ao gabinete do ministro. O R7 apurou que nao haverá movimentação neste processo até a semana que vem.

Além de Bolsonaro, foram indiciados por peculato:

  • Bento Albuquerque, ex-ministro de Minas e Energia;
  • Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;
  • José Roberto Bueno, ex-chefe de gabinete do Ministério de Minas e Energia;
  • Julio Cesar Vieira Gomes, ex-secretário da Receita Federal;
  • Marcelo Vieira, ex-chefe de gabinete de documentação histórica da Presidência; e
  • Marcos André Soeiro, ex-assessor de Bento Albuquerque.

Além disso, foram indiciados por lavagem de dinheiro e crime de associação criminosa:

  • Fábio Wajngarten, ex-chefe da Secretaria de Comunicação Social de Bolsonaro;
  • Frederick Wassef, advogado de Bolsonaro;
  • Marcelo Costa Câmara, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;
  • Mauro Cesar Lourena Cid, general e pai de Mauro Cid; e
  • Osmar Crivelatti, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro

Julio Cesar Vieira Gomes também foi indiciado pela prática do crime funcional de advocacia administrativa perante a administração fazendária.

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