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Raíssa Lacerda tem recurso negado no TRE-PB e vai continuar presa

Presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, desembargadora Agemenilde Dias negou Um habeas corpus impetrado pela defesa que pedia a revogação da prisão da parlamentar
Raíssa Lacerda assume cadeira na Câmara (Foto: CMJP)

A vereadora Raíssa Lacerda teve um recurso negado, na tarde desta sexta-feira (27) pela presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, desembargadora Agemenilde Dias. Um habeas corpus impetrado pela defesa pedia a revogação da prisão da parlamentar

“Por não vislumbrar, na decisão combatida, flagrante ilegalidade ou abuso de poder atentatórios à liberdade de locomoção, bem assim por não restar comprovada a plausibilidade do direito invocado, tenho que a decisão deve ser mantida, em todos os seus termos”, destacou Agamenilde.

A partir de agora, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai analisar o recurso, cujo relator sorteado foi o ministro André Mendonça.

Prisão e renúncia

Raíssa anunciou a desistência da candidatura à reeleição, uma semana após ser presa durante a segunda fase da operação ‘Território Livre’, que investiga o aliciamento violento de eleitores em João Pessoa.

“Se a prisão se deu para que a eleição ocorresse de forma tranquila, já que se acusa, já que se diz que essa senhora ela teria tentado manipular, fraudar com o uso da violência a eleição para que conseguisse votos para ela, a partir do momento que ela não é mais candidata, eu entendo que esvazia o decreto de prisão.”, defendeu Aécio Farias.

De acordo com a Polícia Federal, a operação visa reprimir práticas ilegais relacionadas à coação de eleitores. A suspeita é de que o grupo criminoso estaria se utilizando de meios ilegais para tentar obrigar que as pessoas de determinados bairros votassem em Raíssa.

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