Rebeca
Cabo Edvaldo Soares da Silva (Foto: Rafael Passos)

Réu do caso Rebeca será levado a júri popular em fevereiro

Motivos do crime seriam porque Rebeca teria descoberto que o cabo Edvaldo mantinha ligações homossexuais com um homem não identificado

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Edvaldo Soares da Silva será levado a júri popular no dia 28 de fevereiro, denunciado e pronunciado pelo estupro e assassinato da ex-enteada, Rebeca Cristina Alves Simões, em 2011. Conhecido como cabo Edvaldo, ele está preso desde 2016.

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O crime aconteceu no dia 11 de julho de 2011 e o corpo de Rebeca foi encontrado na Mata de Jacarapé, às 14h30. A adolescente Rebeca tinha apenas 15 anos, quando foi estuprada e assassinada no trajeto entre a casa e o Colégio da Polícia Militar, em Mangabeira VIII, Zona Sul de João Pessoa. Outra pessoa estaria envolvida no crime, mas até agora não foi identificada.

Os motivos do crime, segundo a denúncia do Ministério Público, seriam porque Rebeca teria descoberto que o cabo Edvaldo mantinha ligações homossexuais com um homem não identificado.

Rebeca não teve chance de defesa

“A vítima foi assassinada sem nenhuma chance de defesa, em forma de execução sumária, com um tiro na região occipital, após sofrer estupro”, diz parte da denúncia do MP, recebida pelo juiz, que, na época, decretou a prisão preventiva do réu, em garantia da ordem pública e da segurança da instrução criminal.

“Os crimes de homicídio e estupro estão indiscutivelmente materializados, como apontam os laudos de Exame de Corpo de Delito, causa inafastável do evento morte da ofendida”, disse o juiz Marcos William de Oliveira, na decisão de pronúncia.

O júri popular está marcado para ocorrer no Auditório do 1º Tribunal do Júri da Comarca de João Pessoa, sob a presidência do juiz Marcos William de Oliveira.

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