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Sua criança está com a Doença Mão-Pé-Boca?

Recomendações de cuidados e respostas de dúvidas frequentes são dados por especialista do Unipê

É sabido que no verão as crianças podem desenvolver e se contaminar com a Doença Mão-Pé-Boca (DMPB). Entre outros sintomas e sinais, a doença pode deixar as crianças com lesões nas mãos e nos pés, além de aftas (estomatites aftosas), todas dolorosas para elas. Por isso, a farmacêutica e Profa. Dra. Narlize Silva Lira Cavalcante, do curso de Farmácia do Unipê, dá recomendações caso a sua criança seja diagnosticada com a DMPB. Confira:

– Bebidas geladas, como sucos naturais, chás e água, são indispensáveis para manter a boa hidratação do organismo, uma vez que podem ser ingeridos em pequenos goles;

– Crianças devem ficar em casa, em repouso, enquanto durar a infecção;

– Lembre-se sempre de lavar as mãos antes e depois de lidar com a criança doente, ou levá-la ao banheiro. Se ela puder fazer isso sozinha, insista para que adquira e mantenha esse hábito de higiene mesmo depois de curada.

A especialista ainda responde questões frequentes dos responsáveis das crianças. Leia:

1. Meu filho está com dificuldade para comer por conta das aftas e dor de garganta. Que alimentos são mais indicados?

Opte por alimentos pastosos, como purês e mingaus, assim como gelatina e sorvete. São mais fáceis de engolir. Evite alimentos ácidos, muito quentes e condimentados.

2. É possível pegar a DMPB mais de uma vez?

Sim. Apesar de o organismo melhorar a imunidade contra a infecção após o contágio, a doença pode ser causada por diversos tipos de vírus. Dessa forma, é possível se infectar com outra variedade, para a qual o corpo não desenvolveu resistência.

3. A DMPB pode atingir o corpo todo?

Não, as feridas se concentram na boca, nas mãos e nos pés.

4. Ela pode evoluir para meningite?

Sim, mas é raro. Quando ocorre, a meningite é do tipo viral, em geral menos grave que as meningites bacterianas.

5. Essa enfermidade oferece risco durante a gravidez?

Geralmente, não. Entretanto, é recomendável evitar contato com pessoas que estão com a doença. Embora não seja frequente, febre nos três primeiros meses de gravidez aumenta o risco de abortamento. Quando a doença é contraída próximo do parto, o bebê pode contrair uma versão leve da enfermidade. De qualquer forma, procure sempre seu obstetra caso sinta algum dos sintomas.

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