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Último acusado de matar estudante em padaria é condenado a 34 anos de prisão

Severino Fernandes Ferreira foi o último acusado do caso a sentar no banco dos réus, pois ficou foragido até março deste ano
Marcos Antônio do Nascimento Filho, Padaria,
Marcos Antônio do Nascimento Filho (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)

A Justiça da Paraíba condenou, nessa terça-feira (31), a 34 anos e 6 meses de reclusão, o réu Severino Fernandes Ferreira, acusado de ter coordenado a ação que resultou na morte do estudante Marcos Antônio do Nascimento Filho, ocorrida em 2016, em uma padaria no bairro Jardim Luna, em João Pessoa.

Severino Fernandes Ferreira foi o último acusado do caso a sentar no banco dos réus, pois ficou foragido até março deste ano. Dois dos oito investigados foram absolvidos.

De acordo com os autos do processo, Severino Fernandes de Oliveira coordenou as ações de Nielson da Silva e Ricardo Sousa Ferreira, executores do crime.

O plano envolvia a simulação de um assalto, mas logo as investigações apontaram que a ação criminosa havia sido encomendada por Maria Celeste de Medeiros Nascimento, irmã da vítima. Ela teria encomendado o crime após Marcos Antônio descobrir que a irmã desviava dinheiro dos negócios da família, frutos de herança.

Marcos Antônio foi morto a tiros em 14 de junho de 2016, na padaria da família, situada no bairro Jardim Luna.

Acusados do crime

– Maria Celeste de Medeiros Nascimento (condenada a 29 anos de reclusão): mentora

– Nielson da Silva e Ricardo de Souza Ferreira (condenados a 34 anos de reclusão): executores

– Severino Fernandes Ferreira (condenado a 34 anos e 6 meses de reclusão): coordenador do crime

– Robson de Lima Ramos (absolvido): suposto intermediário entre Maria Celeste e Severino Fernandes Ferreira

– Walber do Nascimento Castro (absolvido): suposto intermediário entre Maria Celeste e Robson de Lima Ramos

– Jairo César Pereira (condenado a 17 anos e 8 meses de reclusão): taxista acusado de dar cobertura aos executores

– Werlida Raynara da Silva (condenada a 17 anos e 8 meses de reclusão): companheira de Maria Celeste. Sabia do plano e estava disposta a produzir retrato falado falso dos supostos assaltantes para dificultar as investigações do caso

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