
A Câmara dos Deputados aprovou o texto-base de um projeto de lei que prevê a cobrança de tributo sobre serviços de streaming audiovisual.
O texto ainda poderá sofrer mudanças: alguns destaques apresentados pelo partidos serão analisados no Plenário da Casa, nesta quarta-feira (5).
Conforme o texto, as empresas que prestam esses serviços pagarão a contribuição de 0,1% a 4% da receita bruta anual, excluídos os tributos indiretos incidentes e incluídas receitas com publicidade.
Os percentuais são progressivos conforme a receita anual, havendo isenção para aquelas com receita até R$ 4,8 milhões (teto para empresa de pequeno porte no Simples Nacional). Remessas ao exterior de lucros ficam de fora da tributação.
A nova cobrança abrange serviços de vídeo sob demanda (VoD na sigla em inglês), como Netflix; serviço de televisão por apps, como Claro TV+; e serviço de compartilhamento de conteúdo audiovisual, como Youtube.
Ficam de fora da futura lei os serviços que ofertam conteúdos audiovisuais de diversos tipos, como:
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