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CNDL pede a lojistas que não aumentem os preços

A Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), maior entidade representativa de livre adesão do varejo no Brasil, emitiu nota nesta terça-feira (29) para pedir que os comerciantes associados não alterem os preços dos produtos vendidos. “Ciente da dificuldade pontual de abastecimento após uma semana de paralisação do transporte rodoviário de cargas, solicita a seus associados e a todos os comerciantes do país compreensão e solidariedade com a população”, informou.

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Segundo a CNDL, prudência e senso de coletividade são fundamentais neste momento. “Reprovamos qualquer iniciativa dos que queiram se aproveitar da preocupação dos brasileiros com o desabastecimento de itens perecíveis para aumentar o preço de produtos, em especial os de primeira necessidade. Mais do que nunca temos que ser cidadãos”.

Conforme divulgado na semana passada, a CNDL apoia o movimento promovido pelos caminhoneiros, mas alerta que todos os brasileiros sofrem com o excesso de tributos e isso deve ser um motivo de união entre todos. “Após as medidas divulgadas pelo Governo Federal, aguardamos a normalização do abastecimento nos próximos dias. Sejamos conscientes e, acima de tudo, brasileiros”, disse.

O Sistema CNDL representa cerca 2.000 entidades vinculadas, como as Câmaras de Dirigentes Lojistas e o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), além de 450 mil empresas associadas e mais de 1 milhão de pontos de vendas.

Preços

No Mercado Central de João Pessoa, feirantes se dividem entre os que vendem produtos a preços normais ou mais caros. Na manhã desta terça (29), a alface era encontrada entre R$ 2 e 3. Normalmente, a alface é achada a cerca de R$ 1. Já a bandeja de ovos permanecia com preços inalterados.

Nessa segunda (28), o Sebrae informou que a agricultura familiar contribuiu de forma significativa para manter abastecimento de alimentos e preços normais nos mercados, principalmente em cidades do interior. “Como o meu carro é pequeno, não tem problema. A gente passa onde tem bloqueio e não tem prejuízo nenhum. Se tivesse mais incentivo em outros lugares era mais fácil para atender os clientes que precisam”, comentou uma produtora.

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