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Cruz Vermelha sai de cena e nova OS vai gerenciar Trauma de João Pessoa

A Organização Social Cruz Vermelha – estopim para a deflagração da Operação Calvário na Paraíba – vai sair de cena a partir de segunda-feira (1º) quando uma nova OS passará a gerenciar o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa. São duas a disputar o controle de um dos maiores hospitais do estado, de acordo com o secretário Geraldo Medeiros. O Instituto Acqua e a Santa Casa de Misericórdia de Birigui, ambas de São Paulo.

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O contrato a ser firmado com a OS vencedora do processo será em caráter emergencial e, por isso, durará por seis meses apenas. Após esse prazo, uma nova escolha será feita de forma definitiva. “A partir de segunda teremos uma nova gestão e um novo modelo gerencial. Tem duas OS habilitadas e estão fazendo a propostas, que está sendo avaliada para que uma delas seja escolhida para gerenciar de forma emergencial”, explicou Geraldo Medeiros durante entrevista concedida ao Programa Correio Debate, da Rádio Correio Sat/98 FM.

A mudança, entretanto, estaria causando desconforto entre servidores e fornecedores, pela incerteza do recebimento de seus proventos. Porém, o secretário deixou bem claro que não é necessário haver essa preocupação e que todos serão pagos pelos seus serviços prestados.

“Esse é um governo que a população sabe que não engana ninguém. Tivemos problemas com OS em Patos, em Taperoá, mas todos os servidores receberam após negociação e o mesmo acontecerá com o Trauma. Os servidores e fornecedores vão receber. Já temos disponível o numerário para esse pagamento. Durante esse período de intervenção que foi feito no hospital, fizemos essa reserva para fazer o pagamento de dívidas trabalhistas”, ressaltou o secretário.

Alerta

Geraldo Medeiros assegurou, ainda, que todos os cuidados estão sendo tomados para que a Organização Social que vier a vencer o processo para gerir o Trauma esteja habilitada para isso. “Não é só menor preço. É preciso de uma análise técnica que passará por todos os órgãos de controle. Temos recebido alertas do Tribunal de Contas e estamos vigilantes para que seja escolhida a OS mais habilitada”, enfatizou.

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Comentários

  • Suyame disse:

    O Estado deveria fazer concurso publico para substituit todos esses funcionarios “codificados” .A troca de votos por cargos codigicados é crime e nenhum órgão toma uma atitude. Vergonhoso

    • Henrique disse:

      Suyame, apropriando-se da sua sugestão certamente o governo teria um gasto maior, e no fim das contas o retorno desse serviço seria insignificante. Haja vista que, o problema do Brasil é justamente o Funcionalismo Público que não serve para nada. A maquina pública consome mais de 75% do orçamento da união e, temos como resultado, os piores serviços públicos deste país, uma vez que funcionários efetivos não trabalha. Quer dizer, isso acontece durante 3 a 4 meses iniciais, depois entram em greve pedindo reajuste de salários. Tendo em vista que estes recebem valores exorbitantes. Infere-se, portanto, que não iriamos resolver um problema com outros problemas… convenhamos! Destarte, abrindo metas das quais as empresas participantes do contrato de licitações possam atingir, e não as alcançando substitui por outra, evidentemente teremos resultados significativos. Feito isso, aquela que não bater a meta estabelecida pela União tera contrato rescindo.

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